Carregando agora

STF condena os irmãos Brazão uma vez que responsáveis ​​pelo homicídio de Marielle Franco

STF condena os irmãos Brazão como responsáveis ​​pelo assassinato de Marielle Franco

STF condena os irmãos Brazão uma vez que responsáveis ​​pelo homicídio de Marielle Franco

A Primeira Câmara do Supremo Tribunal Federalista (STF) condenou por unanimidade, nesta quarta-feira (25), em Brasília, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão uma vez que autores intelectuais dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em 2018 no Rio de Janeiro. A realização, motivada pela atuação política do parlamentar contra interesses milicianos da Zona Oeste da cidade, também levou à pena do ex-chefe da Polícia Social do Rio, Rivaldo Barbosa, por obstrução à justiça e prevaricação passiva, além de outros dois policiais militares envolvidos no transgressão.

O julgamento e as sentenças
O voto do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, foi escoltado em plenário pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da Primeira Câmara. As penas dos réus serão definidas ao final do julgamento.

O perito definiu as seguintes condenações:

  • Domingos Inácio Brazão (assessor do Tribunal de Contas do RJ) meu João Francisco Inácio Brazão (deputado destituído): duplo homicídio, tentativa de homicídio (contra a assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu) e organização criminosa armada.
  • Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior (mandatário e ex-chefe da Polícia Social do RJ): obstrução da justiça e prevaricação passiva. Ele foi absolvido do transgressão de homicídio qualificado por “incerteza fundada”.
  • Ronald Paulo Alves Pereira (major da Polícia Militar): duplo homicídio e tentativa de homicídio, para comitiva das diligências do vereador.
  • Robson Calixto Fonseca (policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão): organização criminosa.

Motivação política, milícias e preconceitos
De harmonia com a denúncia formulada pela Procuradoria-Universal da República (PGR) e acatada pelo STF, Domingos e Chiquinho decidiram matar a vereadora para evitar que ela continuasse a prejudicar os interesses da família através de grilagem de terras, loteamentos ilegais e roubo. O transgressão representou o vértice de divergências iniciadas em 2008 dentro da Milícia PCI.

Durante a leitura do voto, o ministro Alexandre de Moraes destacou a relação direta dos acusados ​​com o transgressão organizado. “Não há dúvidas razoáveis ​​sobre os vínculos dos réus com as milícias do Rio de Janeiro. Eles não só tinham contato com a milícia. Eles eram a milícia”, disse. afirmou o palestrante.

Moraes destacou ainda que o homicídio teve conotações racistas e misóginas. “A questão política estava combinada com misoginia, racismo, discriminação. Marielle Franco era uma mulher pobre, negra e, no sentido popular, apoiava os interesses dos milicianos. perguntou o ministro.

Ministro Cristiano Zanin reforçou impacto da atividade criminosa. “A histórica impunidade dos grupos milicianos serviu de combustível para a escalada de violência que culminou no homicídio de um parlamentar eleito.” esses.

O papel de Rivaldo Barbosa na obstrução
A única divergência parcial em relação à denúncia original da PGR envolve o ex-delegado Rivaldo Barbosa. Os ministros consideraram que não havia provas da sua participação no planeamento e realização do homicídio. Porém, concluíram que havia fortes indícios de que ele agiu para atrapalhar as investigações em seguida o transgressão, recebendo propina para desviar a atenção dos verdadeiros mandantes.

“Não tenho dúvidas, com base nas provas do caso, de que Rivaldo, tanto uma vez que dirigente da Partilha de Homicídios quanto uma vez que dirigente da Polícia Social, recebeu propina”, Moraes declarou. A Ministra Cármen Lúcia corroborou a avaliação: “As ações de Rivaldo para encobrir, redirecionar e impedir o explicação do transgressão me parecem ter provas e indícios, inclusive nos autos, de forma contundente, objetiva e formal.”

Provas, testemunhos e a outra segmento.
A denúncia da PGR baseou-se em grande segmento na premiada colaboração do ex-primeiro-ministro Ronnie Lessa, malfeitor confesso de Marielle e Anderson. Lessa informou que receberá uma vez que recompensa autorização para explorar uma extensão na Zona Oeste do Rio que poderá gerar até R$ 25 milhões. Para Morais, “Os dados da denúncia foram corroborados por testemunhas e provas técnicas”, demonstrando a relação entre a forma de pagamento e a influência política dos irmãos Brazão sobre a extensão prometida.

A resguardo dos acusados ​​nega as acusações e pediu a remissão por falta de provas. Os advogados sustentam que a enunciação de Lessa não foi acompanhada de provas independentes que confirmassem encontros com os irmãos Brazão ou contatos com Rivaldo Barbosa. A resguardo afirma ainda que Lessa procura proteger o ex-vereador Cristiano Girão, também investigado anteriormente uma vez que responsável intelectual.

Em nota, o jurisconsulto de Rivaldo Barbosa afirmou que “respeita a decisão do STF, mas não concorda com a tese de que há indícios concretos de prevaricação e obstrução à justiça”informando que aguardará a publicação do acórdão para estimar os recursos.

Repercussão
Participaram do julgamento familiares das vítimas, entre eles a ministra da Paridade Racial, Anielle Franco, mana de Marielle. Depois o resultado, o ministro avaliou a decisão judicial.

“Não há nenhuma celebração, mas sim, eu diria, uma asseveração daquilo pelo que temos lutado nos últimos oito anos. Acho que os votos foram fortes”, disse. declarou Anielle. “Mas confesso que a Justiça faria com que a Mari estivesse cá, mas hoje demos um grande passo. Que isso sirva de exemplo para muitas pessoas, de que não há impunidade para nenhum transgressão”.

manancial da materia

Share this content:

Publicar comentário