STF culpou 1.190 pessoas por atos antidemocráticos de 2023
A Suprema Galanteio federalista já teve 1.190 pessoas para participar de atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Os números foram publicados pelo Gabinete do Ministro da Suprema Galanteio de Alexandre, na quarta -feira (13). Nesse dia, a sede dos três poderes foi invadida e predada pelos apoiadores do ex -presidente Jair Bolsonaro.
Os condenados por crimes mais graves, uma vez que a tentativa de supressão do governo da lei democrática, o golpe, os danos qualificados, a associação criminal e a deterioração dos ativos públicos, foram 279 e, portanto, receberam sanções mais altas, que até excederam 17 anos de prisão.
Os condenados por crimes mais suaves, incitação e associação criminal foram de 359 anos. Unicamente dez réus foram absolvidos.
No totalidade, 1.628 ações relacionadas a 8 de janeiro foram abertas no Supremo, das quais 518 estão relacionadas a crimes graves e outros 1.110 a crimes menos graves.
Entre os condenados, 113 já cumpriram uma frase, enquanto 112 ainda são presos. Depois mais de 2 anos e meio de atos violentos, 29 pessoas ainda estão em detenção pré -condicional, ou seja, mesmo sem pena.
44 pessoas investigadas ou acusadas, com ou sem um tornozelo eletrônico, estão presas, disse o Escritório de Moraes.
Entre as 1.190 pessoas que a Suprema Galanteio representa uma vez que responsável são 552 acusados que assinaram um contrato de denunciação não criminal com o Promotor Federalista (MPF), se livre dos procedimentos em troca de assumir a omissão dos crimes mais suaves e atender a algumas condições estabelecidas pelo Supremo.
Todos os acordos se referem aos réus que foram acampados em frente às Forças Armadas, mas não há evidências de que eles participem da tentativa de golpe, obstrução dos poderes da República ou danos aos ativos públicos, de congraçamento com a Suprema Galanteio, em transmitido.
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