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Terceiro procuração de Lula poderá ter a menor inflação acumulada desde 1999, segundo projeção

Terceiro mandato de Lula poderá ter a menor inflação acumulada desde 1999, segundo projeção

Terceiro procuração de Lula poderá ter a menor inflação acumulada desde 1999, segundo projeção

O terceiro procuração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode terminar com a menor inflação acumulada desde a implementação do regime de metas no país, em 1999. Segundo operação do economista André Braz, do FGV Ibre (Instituto Brasílio de Economia da Instalação Getulio Vargas), feito a pedido da Folha de S. Paulo, a inflação poderá chegar a 19,11% ao final do governo. Se as projeções para oriente ano e para o próximo forem cumpridas, será o menor índice observado em um procuração presidencial dos últimos 25 anos, superando o recorde anterior de 22,21%, registrado no segundo procuração de Lula (2006-2010).

A perspectiva de o governo petista atingir novo recorde de menor inflação acumulada em 2026, ano eleitoral, tem sido comemorada no governo. O ministro da Herdade, Fernando Haddad, é um dos que incorporou esse exposição.

“Você (Lula) vai terminar o seu terceiro procuração com a menor inflação acumulada da história do Brasil. O mais importante é que você está batendo esse recorde. Haddad disse durante evento de lançamento do programa Reforma Morada Brasil.

No Brasil, o sistema de metas para a inflação foi adotado em 1999, quando a meta foi inicialmente fixada em 8% ao ano. Desde o início deste ano está em vigor o regime de avaliação contínua, com um objetivo mediano de 3% e uma margem de tolerância de 1,5 pontos percentuais (variando entre 1,5% e 4,5%).

Duelo na percepção popular
Mesmo com a perspectiva de queda da inflação acumulada, o sentimento brasiliano ainda pesa muito no orçamento. Segundo Braz, isso pode ser explicado porque esse indicador difere de outros, uma vez que o IPCA, e pode gerar diferenças entre os números obtidos e a percepção do público sobre os preços. Para o economista, é preciso julgar quais itens subiram supra da média durante o governo.

Pesquisa Datafolha de abril deste ano mostrou que, para 54% dos brasileiros, o governo Lula seria o principal responsável pelo aumento dos preços dos víveres nos meses anteriores.

Para integrantes da equipe de notícia do governo, entrevistados confidencialmente pela Folha, essa disparidade entre os números alcançados e a percepção popular ainda pode simbolizar um repto que deve ser enfrentado diante da campanha eleitoral de 2026.

Na opinião desses interlocutores, isso deveria ser mitigado com diretrizes voltadas à renda implementadas pela gestão petista, uma vez que o Auxílio Gás e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 milénio por mês (ainda pênsil no Congresso). Eles ressaltam ainda que os efeitos de indicadores uma vez que a queda da inflação demoram mais para serem percebidos no final, já que a queda dos preços não significa que os itens estejam tão baratos quanto a população gostaria.

A questão da alimento.
Na última campanha eleitoral, a promessa de que as famílias pudessem voltar a consumir picanha e tomar uma “cerveja” foi o lema de Lula. A queda dos preços tem sido um grande problema para o governo desde 2022.

Em 2023, os preços da músculos caíram de janeiro a agosto, mas voltaram a subir a partir de setembro daquele ano. Em dezembro de 2024, a inflação da picanha ficou em 8,74%, supra do IPCA totalidade, que havia encerrado o ano em 4,83%. O cenário em 2022 foi inverso: enquanto o índice solene fechou o ano em 5,79%, a inflação da picanha permaneceu em 0,49%.

“Os salários dos trabalhadores são reajustados pela inflação, logo se a picanha aumentar igual ao IPCA, por exemplo, isso não é problema, porque o salário deles seguirá o mesmo ritmo”, Braz diz. “Mas o que acontece é que às vezes a músculos sobe 20% e o seu salário sobe 4%. Portanto, um item necessário que sobe 20% significa que você vai consumir menos músculos, vai substituir a músculos por ovo, vai consumir menos vezes na semana, vai comprar menos quilos. complementa o economista.

A estrategista de inflação da Warren Investimentos, Andréa Angelo, afirma que o aumento dos preços é o vista que razão maior impacto na população. “É quando você chega no mercado com R$ 100 e não consegue comprar o que sua cesta de consumo precisa”, diz. “Quando o IBGE (Instituto Brasílio de Geografia e Estatística) pesquisa mensalmente os preços da economia (…) ele vê uma média. Portanto, uma variação de preços mais contida, mas com sinal positivo, ainda é inflação. completo.

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