Carregando agora

Vieira cita ataques orquestrados e diz que a soberania não é “moeda de câmbio”

Vieira cita ataques orquestrados e diz que a soberania não é "moeda de câmbio"

Vieira cita ataques orquestrados e diz que a soberania não é “moeda de câmbio”

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse na segunda -feira (4) que a Constituição brasileira “não está em uma mesa de negociação”, mencionando a tentativa de ajustar depois as eleições de 2022. Para o chanceler, a soberania brasileira “não é uma moeda de negociação contra demandas inaceitáveis”.

“Nossa sociedade democrática e suas instituições derrotaram uma tentativa de atingir o golpe militar dos quais responsável está no banco réu em procedimentos transparentes, transmitidos pela televisão em tempo real, com o recta a uma ampla resguardo e com totalidade reverência pelo devido processo. A constituição do cidadão nunca estará em nenhuma tábua de negociação. Nosso Superh não é uma moeda na face das demandas não acumuladas”.esses.

Vieira também disse que estava orgulhoso de tutelar “a soberania brasileira de ataques orquestrados por brasileiros em conluio com forças estrangeiras”.

A enunciação ocorreu durante uma sessão solene para comemorar o 80º natalício da instalação do Instituto Rio Branco (IRB) e ocorre depois um aumento na tensão entre os Estados Unidos e o Brasil.

Na quarta -feira passada (30), o presidente do país dos Estados Unidos, Donald Trump, formalizou 50% das tarifas sobre produtos brasileiros. As taxas serão aplicadas a partir da próxima quarta -feira (6).

Diálogo e multilateralismo
Na noite de sexta -feira (1ª), o presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) disse que sempre estava franco ao diálogo, depois que Trump disse que o agente brasiliano poderia chamá -lo de “a qualquer momento”.

Dois dias depois, em um evento de PT, Lula argumentou que o Brasil tem uma posição firme, mas equilibrada, nas negociações internacionais.

“Eu tenho um limite de luta com o governo dos Estados Unidos. Não posso proferir tudo o que penso, digo o que é necessário”disse.

“Os Estados Unidos são excelentes, eles são a economia mais tecnológica e maior do mundo, mas queremos ser respeitados pelo nosso tamanho. Temos interesses econômicos e estratégicos. Não somos uma prateleira”.O presidente acrescentou.

Na mesma traço que Lula, Mauro Vieira argumentou que o diálogo é a solução para negociar com os Estados Unidos.

“Queremos usar todas as palavras do léxico para negociar soluções e encaminhar os desafios desse tempo de nosso tempo. Esse é o nosso obrigação de posição porquê diplomatas, a termo é que a arma da diplomacia e seus campos de guerra têm geometria variável, continuaremos a agir em todas as fachadas necessárias, mas de nossa segmento, sempre preferiremos os problemas internacionais dos problemas internacionais dos problemas internacionais.esses.

“O Brasil defende multilateralismo porque a selecção que uma cerveja é a lei da escritório unilateral e da selva e deve ter uma ordem vernáculo”.concluído.

nascente da materia

Share this content:

Publicar comentário