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Lula fecha 21 acordos na Ásia para atrair investimentos em saúde, tecnologia e agronegócio

Lula fecha 21 acordos na Ásia para atrair investimentos em saúde, tecnologia e agronegócio

Lula fecha 21 acordos na Ásia para atrair investimentos em saúde, tecnologia e agronegócio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva concluiu nesta segunda-feira (23) uma missão solene ao continente asiático, onde assinou um totalidade de 21 acordos bilaterais durante visitas de Estado à Coreia do Sul e à Índia. As rodadas de negociações, realizadas em Seul e Novidade Delhi, buscam atrair investimentos para o Brasil nos setores de subida tecnologia, produção de medicamentos, transição energética e agronegócio, além de enaltecer o status diplomático do país na região e estabelecer novos objetivos de fluxo mercantil para a próxima dezena.

Parceria estratégica na Coreia do Sul
Na Coreia do Sul, o encontro com o presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, resultou na elevação da relação entre os dois países ao nível de Parceria Estratégica, acompanhada do lançamento de um Projecto de Obra para os próximos três anos. Durante a protocolo na Moradia Azul, os governos assinaram 10 atos de cooperação em áreas que vão desde a lavoura e saúde até à luta contra o delito organizado.

Atualmente, o negócio bilateral soma 11 bilhões de dólares, o que consolida a Coreia do Sul uma vez que o quarto parceiro mercantil do Brasil na Ásia e o país sul-coreano uma vez que o maior investidor daquele continente na América Latina.

“A transição energética abre novas frentes de complementaridade entre setores produtivos. Cadeias minerais críticas oferecem inúmeras oportunidades de reunião de valor. Há extenso espaço para cooperação em segmentos de subida tecnologia, uma vez que semicondutores e perceptibilidade sintético”, citou Lula, acrescentando que as nações iniciam um “ciclo renovado de prosperidade compartilhada.”

Durante o Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul, o governo brasiliano sinalizou interesse em exportar mesocarpo bovina para o mercado sul-coreano e em atrair frigoríficos asiáticos para o Brasil. Na superfície aeroespacial foi mencionado o trabalho da startup sul-coreana Innospace no Meio de Lançamento de Alcântara.

Avanços na Índia e objetivos comerciais
A visitante à Índia, que terminou domingo (22), teve uma vez que foco a ampliação das relações econômicas. Em 2025, o fluxo mercantil entre países ultrapassou pela primeira vez a marca dos 15 milénio milhões de dólares. A meta estabelecida entre Lula e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, é flectir esse valor.

“O primeiro-ministro Narendra Modi levantou comigo a teoria de que deveríamos ter uma vez que objectivo atingir 20 milénio milhões de dólares até 2030. Eu disse-lhe: chegaremos a 30 milénio milhões de dólares em 2030, porque o potencial poupado de ambos os países é muito poderoso”, afirmou o presidente brasiliano.

A missão marcou a inauguração do 11º escritório internacional da ApexBrasil, com sede em Novidade Delhi, e o pregão da inclusão de produtos brasileiros, uma vez que açaí, castanhas e limão, nas redes de supermercados indianas. No totalidade, foram assinados 11 acordos governamentais, incluindo a “Parceria Do dedo para o Horizonte”, focada na governação e no desenvolvimento da perceptibilidade sintético.

Foco na produção de medicamentos.
A saúde pública foi um eixo meão da viagem asiática. Na Índia, o Ministério da Saúde formalizou Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) voltadas à fabricação vernáculo de medicamentos oncológicos no Sistema Único de Saúde (SUS).

O investimento estatal poderá chegar a 10 bilhões de reais em dez anos para fornecer os medicamentos pertuzumabe, dasatinibe e nivolumabe. Os acordos garantem a transferência de tecnologia de farmacêuticas indianas para laboratórios públicos brasileiros, uma vez que Instauração Oswaldo Cruz (Fiocruz), Bahiafarma e Furp, com o objetivo de reduzir a obediência externa.

Cenário global
Antes de partir para Seul, Lula abordou a geopolítica internacional. O presidente reiterou a exigência de uma reformulação do Parecer de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), defendendo a ingresso de países da América Latina e da África, além da própria Índia. Sobre o relacionamento com os Estados Unidos e a recente emprego de tarifas, Lula adotou um tom conciliatório com Donald Trump: “Tenho persuasão de que na conversa a relação Brasil-Estados Unidos voltará ao normal.”

A agenda ambiental brasileira também ganhou destaque com a participação da ministra do Meio Envolvente e Mudanças Climáticas, Marina Silva. Discutiu a geração de um roteiro global e vernáculo para ultimar com a obediência dos combustíveis fósseis e reforçou o Fundo para Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), mecanismo que já conta com contribuições internacionais de 6,7 milénio milhões de dólares.

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