Lula culpa Recomendação de Segurança da ONU por aumentar conflitos no mundo
O presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, publicou no último domingo (30) um item de opinião no jornal Folha de S. Paulo no qual critica a atuação do Recomendação de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). No texto, intitulado “Recomendação de Segurança ou Instabilidade?”, o director de Estado detalha os impactos éticos, económicos e humanitários da escalada global de violência, argumentando que a inactividade da organização agrava os conflitos e apela a uma reforma urgente da instituição.
Críticas aos membros permanentes e risco de caos
Lula destaca que violações do recta internacional têm ocorrido sistematicamente em diversas nações, citando especificamente Afeganistão, Irã, Iraque, Líbia, Síria, Ucrânia, Gaza e Venezuela. Segundo o presidente, o Recomendação de Segurança tem sido cúmplice destas violações. Ele sustenta que os membros permanentes da organização usam o poder de veto “às vezes porquê escudo, às vezes porquê arma” agir sem o pedestal da Missiva das Nações Unidas e deixar um “caminho de morte e devastação”.
O item destaca que as instituições multilaterais não são mais capazes de sofrear as atuais disputas hegemônicas. O presidente alerta que a remoção das restrições ao uso da força resulta no caos. “Sem multilateralismo, corremos o risco de trocar um sistema imperfeito de segurança colectiva pela verdade brutal da instabilidade generalizada.” escreveu Lula. O texto destaca também que o mundo vive atualmente o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial.
Tecnologia militar e meandro de recursos globais
Um dos alertas levantados pelo presidente é a emprego de perceptibilidade sintético na seleção de alvos militares. Segundo a publicação, essa prática ocorre sem que parâmetros legais ou morais tenham sido estabelecidos. A situação põe em culpa os princípios do recta internacional humanitário, mormente a regra da eminência entre civis e combatentes, fazendo das mulheres e das crianças as principais vítimas.
No item, o presidente também apresenta números sobre a atual corrida armamentista. Os gastos militares globais, na ordem de 2,7 biliões de dólares, são criticados por consumirem recursos que poderiam ser usados para combater a rafa e a pobreza, combater as alterações climáticas, universalizar a ensino e a inclusão do dedo. O presidente repudia o uso da rafa porquê arma de guerra e a prática impune de deslocamento forçado de populações.
Impacto parcimonioso e obituário das sanções unilaterais
No que diz saudação à economia global, o texto sustenta que nenhuma tecnologia armamentista evita os danos financeiros causados pelas guerras. O presidente afirma que os conflitos armados geram oscilações diretas no preço do petróleo, encarecendo a vontade e os transportes, além de impor bloqueios comerciais. A falta de fertilizantes afecta os preços dos vitualhas e gera pressões inflacionistas, levando os Bancos Centrais a aumentar as taxas de lucro. Uma vez que consequência, a dívida pública e privada aumenta e perdem-se empregos e investimentos.
Lula baseia secção de sua argumentação em estudos da revista científica Lancet. Segundo dados citados pelo presidente, a imposição de sanções económicas sem o pedestal da ONU impacta diretamente as taxas de mortalidade nos países afetados. Estas medidas teriam sido responsáveis, em média, por muro de 500 milénio mortes por ano desde a dez de 1970.
Apelo à renovação da ONU
Ao final do texto, o líder brasílio sustenta que um mundo sem regras é um envolvente inseguro. Afirma que as prerrogativas dos atuais membros permanentes do Recomendação de Segurança são injustificáveis dentro de uma ordem baseada na paridade soberana das nações e que, quando exercidas de forma irresponsável, tornam-se “intoleráveis”.
Reiterando que a violência não pode substituir a diplomacia, Lula finaliza o item exigindo ação estrutural imediata: “É hora de reagir com vigor, devolvendo a capacidade de ação a uma ONU reformada, para que deixe de ser um mero testemunha dos acontecimentos que nos afligem a todos.”
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