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PF cogita proibir Daniel Vorcaro de reportar por falta de fatos novos no escândalo Maestro

PF cogita proibir Daniel Vorcaro de reportar por falta de fatos novos no escândalo Maestro

PF cogita proibir Daniel Vorcaro de reportar por falta de fatos novos no escândalo Maestro

A Polícia Federalista considera insuficiente a novidade proposta de harmonia de delação apresentada pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro e estuda rejeitar o harmonia, ao mesmo tempo em que a corporação se prepara para realizar pelo menos cinco novos interrogatórios esta semana em Brasília e outros centros de investigação. A decisão final sobre a colaboração de Vorcaro, da qual participariam o Supremo Tribunal Federalista e o Ministério Público, deverá ditar os próximos rumos da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes e simulação de ativos financeiros multimilionários envolvendo o Banco Master e outras instituições.

Estagnação no harmonia de colaboração
A proposta de redução de pena apresentada na semana passada pelo ex-dono do Banco Master é tratada porquê “mais completa” ao ampliar os temas discutidos, segundo reportagens colhidas pela CNN Brasil. O empresário destacou que trará novas informações sobre o filme “Dark Horse”, focado em Jair Bolsonaro, e sobre as relações do Banco Master com o PT da Bahia. No entanto, os investigadores reconhecem que não foram avançados detalhes cruciais, limitando-se a esclarecer dados que já tinham surgido em fases anteriores da investigação.

A falta de originalidade levou integrantes da Polícia Federalista a defenderem a repudiação da novidade proposta. Apesar disso, a Procuradoria-Universal da República (PGR) insiste na formalização do harmonia e espera que as próximas declarações do ex-banqueiro revelem novos elementos.

O relator do caso no Supremo Tribunal Federalista (STF), ministro André Mendonça, aguarda o pronunciamento conjunto da Polícia Federalista e da PGR, previsto para os próximos dias, antes de resolver sobre a aprovação. Fontes próximas ao ministro indicam que o curso do harmonia depende do proporção de convergência entre os dois órgãos. A PF já havia rejeitado proposta anterior de Vorcaro, enquanto a PGR continuava analisando o material. Um verosímil conflito de avaliações, em que a polícia não veja relevância e o Ministério Público solicite a utilização dos dados, geraria problemas práticos para a estudo de Mendonça.

Para evitar opiniões divergentes, a resguardo do ex-banqueiro deve se reunir esta semana com a Polícia Federalista para alinhar pontos sensíveis. Entre os requisitos centrais para validar o harmonia estão a apresentação de fatos inéditos e a indicação de valores irregulares obtidos pelo Banco Master. As declarações Vorcaro só serão sinalizadas depois a definição do PF.

Novos interrogatórios e esquema de negócios
Embora o harmonia de delação premiada ainda não esteja definido, a Polícia Federalista avança com as audiências da Operação Compliance Zero. Para esta semana estão marcados os interrogatórios de Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master, ex-diretor financeiro do banco, ex-diretor do Banco Regional de Brasília (BRB) e funcionários da empresa Tirreno. Futuramente, os funcionários do BRB com conhecimento em operações financeiras também deverão prestar testemunho.

A principal investigação policial indica que o Tirreno foi utilizado pelo Banco Master em esquemas de fraudes no valor de bilhões, que envolviam simulação de ativos. A relação entre Master, Tirreno, a empresa Cartus e BRB está no meio da investigação.

O funcionamento dessa rede já havia sido discutido em janeiro pelo ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Em testemunho prestado à PF, ele relatou ter culpado diretamente Daniel Vorcaro em relação à empresa Tirreno.

“Quando a gente começa a perceber que as áreas operacionais estão com dificuldade de aproximação às informações, porquê executivo, cabe a mim escalar e exigir pessoas de um nível superior. Logo, nesse caso específico, quando a gestão de sessão, quando a superintendência de sessão, quando o departamento financeiro começa a ter dificuldades, a minha demanda é diretamente para o presidente do outro banco”, Costa disse aos investigadores.

Preocupações no cenário político
No meio das audiências desta semana, o testemunho de Augusto Ferreira Lima, sabido porquê Guga Lima, é tratado porquê meão. Ele já havia sido intimado a comparecer em janeiro, mas a audiência foi cancelada porque sua resguardo anunciou que ele permaneceria em silêncio até ter pleno aproximação aos autos e a todas as provas colhidas.

O empresário baiano foi recluso na primeira período da operação, iniciada em novembro do ano pretérito, e posteriormente liberado. A situação de Guga Lima transcende a esfera policial, sendo o elemento que gera maior mortificação no Palácio do Planalto em relação ao caso Master. Segundo informações divulgadas em janeiro pela CNN, pessoas próximas ao governo indicam que a relação entre o ex-parceiro de Master e o petismo é muito anterior à aproximação de Daniel Vorcaro com o conjunto parlamentar sabido porquê Centrão.

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