A Despensa do Mundo Feminina de 2027 deve movimentar R$ 8,8 bilhões e gerar mais de 73 milénio empregos – Em Dia ES
A Despensa do Mundo Feminina FIFA 2027, que será disputada no Brasil entre 24 de junho e 25 de julho, deverá movimentar muro de R$ 8,8 bilhões na economia pátrio. É o que afirma o levantamento elaborado pela FGV Projetos a pedido da Embratur, apresentado na semana passada durante o Confut, em Novidade York. Os dados estimam a geração de 73,7 milénio empregos diretos e indiretos, além de um aumento de R$ 3,8 bilhões no Resultado Interno Bruto (PIB) brasílio, valor equivalente a 0,03% da economia totalidade do país com base em 2025.
Impactos no tarefa e na geração de renda
O estudo prevê ainda que o torneio permitirá a distribuição de 4,5 bilhões de reais em receitas, entre salários e benefícios, e gerará receitas tributárias estimadas em 928 milhões de reais para os cofres públicos. Um dos locais já confirmados para as partidas é o Estádio Mané Garrincha, localizado em Brasília.
O volume financeiro totalidade detalhado na projeção está dividido em dois eixos principais. A primeira refere-se ao impacto público e está estimada em R$ 4,7 bilhões. Esta projeção baseia-se num fluxo esperado de 2 milhões de pessoas, entre residentes e turistas, durante o mês de competição. Segundo pesquisadores, esse transitório vai sustentar 45,7 milénio empregos, gerar R$ 2,4 bilhões em renda e recolher R$ 516 milhões em impostos municipais, estaduais e federais.
O segundo eixo refere-se aos investimentos diretos na organização da Despensa do Mundo, com impacto totalidade de R$ 4,1 bilhões. O conta baseia-se no orçamento global fixado pela FIFA em 800 milhões de dólares. Porquê 43% desse totalidade (US$ 344 milhões) serão destinados a prêmios internacionais e não circularão no país, o restante resultará em uma injeção direta de R$ 2,3 bilhões no mercado lugar. Esse recurso será utilizado para custear serviços de logística, transmissão, segurança e saúde, sustentando aproximadamente 28 milénio empregos.
A metodologia utilizada na pesquisa é a Matriz Insumo-Resultado (MIP), reconhecida internacionalmente por medir efeitos diretos, indiretos e induzidos sobre uma economia.
Dimensão histórica e confrontação com outros eventos
Os resultados do estudo foram apresentados por Roberto Gevaerd, diretor de Gestão e Inovação da Embratur, que destacou o peso econômico da Despensa do Mundo feminina em relação ao habitual calendário esportivo pátrio.
“Em 2025, os dez maiores eventos esportivos recorrentes do país geraram juntos um faturamento conjunto de R$ 4,56 bilhões. Quando olhamos para a Despensa do Mundo Feminina FIFA 2027, entendemos a verdadeira magnitude desse megaevento. Sozinhos, os impactos chegam a R$ 8,8 bilhões. disse o diretor.
Luiz Gustavo Barbosa, professor da FGV e coordenador do estudo, acredita que o país alcançará um novo patamar de reputação global ao sediar a competição. “Em menos de 15 anos, o Brasil se tornará um dos poucos países que já sediou a trilogia dos maiores eventos do planeta (Despensa do Mundo 2014, Jogos Olímpicos 2016 e Despensa Feminina 2027), imprimindo um selo de vantagem definitiva na atração do turismo internacional”, engrandecido.
Perfil do público e potencial de consumo
A estudo da FGV também abrange o comportamento esperado do consumo, utilizando dados da pesquisa VISA-Embratur 2025. A pesquisa anterior indica que 48,61% dos turistas internacionais que chegam ao Brasil são mulheres. Levante grupo demográfico regista uma estadia média de 11 dias no país e um gasto médio de 1.317 dólares por viagem. As despesas estão distribuídas principalmente entre as categorias de sol e praia (67,70%), transacção e compras pessoais (52,10%), serviços de gastronomia (35,60%) e atividades culturais (34,90%). Segundo o relatório, esta dissipação da despesa aumenta os efeitos económicos indirectos, beneficiando as pequenas e médias empresas comerciais.
Há também expectativa de descentralização e ampliação do consumo esportivo pátrio. Dados da pesquisa Nexus/CBF (2024), integrada ao estudo, mostram que 72% dos cidadãos que nunca frequentaram um estádio de futebol no Brasil são mulheres, enquanto 73% do público em universal avalia positivamente a Seleção Brasileira Feminina. Com base nessa interdependência estatística, os pesquisadores projetam que o evento irá ativar a demanda do consumidor que atualmente está deprimida, impulsionando a economia em diferentes regiões do país.
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