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Alcolumbre se revolta com pressão popular pelo termo da graduação 6×1 e adia votação da PEC

Alcolumbre se revolta com pressão popular pelo fim da escala 6x1 e adia votação da PEC

Alcolumbre se revolta com pressão popular pelo termo da graduação 6×1 e adia votação da PEC

O presidente do Senado Federalista, Davi Alcolumbre (União-AP), criticou duramente nesta terça-feira (30), no plenário da Câmara, em Brasília, os insultos que tem sofrido de políticos por aligeirar a votação de projetos porquê a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o termo da graduação 6×1. Pressionado pelo impacto nos cofres públicos, o parlamentar também decidiu diferir a votação de outro tema polêmico, que cria aposentadorias especiais para agentes de saúde, posteriormente reuniões com a base governamental, determinando que o texto siga o rito regular de debates em ano eleitoral.

Pressão popular e críticas às autoridades
Durante a sessão do Senado, Alcolumbre qualificou de inadequados os ataques que recebeu por não seguir o que chamou de textos eleitorais. A denúncia ocorreu em resposta direta à pressão pela aprovação da PEC para concluir com a graduação 6×1, liderada por figuras porquê a deputada federalista Érika Hilton (PSOL-SP) e o vereador do Rio de Janeiro e fundador do movimento do IVA, Rick Azevedo (PSOL).

O deputado defendeu a proposta durante a 30ª Marcha do Orgulho LGBT+ em São Paulo e acusou o presidente do Senado de bloquear o progresso do texto. Em resposta, Alcolumbre afirmou que as autoridades têm montado trios elétricos para ofender os senadores e testilhar o Estado Democrático.

“Não seria argumento nem artifício expor aos outros: estou ameaçando-os porque se não votarem estarão contra 37 milhões de trabalhadores que querem um dia a mais de folga. O problema é que está na boca da poder que tem que pressionar o presidente Davi Alcolumbre. destacou o senador.

Para Alcolumbre, a poder que pede sua saída não estaria pensando nos trabalhadores, mas possivelmente nas eleições. Ele também comparou a posição dos críticos atuais com o comportamento observado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando que autoridades que no pretérito criticavam quem ofendia as instituições, agora adotam o mesmo comportamento contra o Senado.

O vereador Rick Azevedo, por sua vez, intensificou as reivindicações públicas. Além de participar de eventos e liderar um petição pelo impeachment de Alcolumbre, o ativista usou as redes sociais para rebater a fala do presidente do Congresso.

“ABUSADO! Davi Alcolumbre desrespeita o trabalhador ao ignorar a PEC na graduação 6×1 e quer exigir saudação? Bom, faça por merecer”, Azevedo declarou, prometendo que a pressão vai aumentar. O vereador acrescentou que não é normal ignorar a demanda de 40 milhões de brasileiros. “Você acha que é ruim? Faça uma agenda ou convide para transpor”, ele concluiu.

Retirada da questão das bombas e diálogo com o governo
Além da questão da jornada de trabalho, Alcolumbre enfrentou conflitos relacionados a projetos de cima dispêndio para o Executivo. Em seguida reunião nesta terça-feira com a novidade líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), e o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, o senador modificou a tramitação da PEC que cria aposentadoria próprio para agentes comunitários de saúde e que lutam contra doenças endêmicas.

O texto exige comprovação de 25 anos de experiência exclusiva no função, proíbe a subcontratação e gera impacto estimado de 30 bilhões de reais nas contas públicas nos próximos dez anos. Inicialmente, a teoria era revalidar um pedido para pular as discussões e ir direto para votação no plenário. No entanto, Alcolumbre anunciou que a proposta será submetida ao procedimento constitucional, o que exige cinco sessões de discussão antes de deliberar em primeiro vez.

Apesar da decisão, o senador ressaltou que a PEC é importante e não será eliminada da taxa. Ele apontou as dificuldades de mediação entre os interesses da Câmara e do Planalto.

“O que estou fazendo cá, pagando um preço enorme, inclusive meu CPF pessoal, é tentar lastrar um país absolutamente dividido no ano das eleições. É uma tarefa muito árdua e dramática porque, porquê você não pode escolher um lado, na minha exigência, você fica ofendido pelos dois lados”, disse o presidente do Senado.

Reação à narrativa anti-Congresso
O senador manifestou desconforto com as notícias que o apontam porquê responsável por agendas petardo, lembrando que o Congresso flexibilizou o busto fiscal em outras ocasiões. Sublinhou que acompanha ativamente as campanhas que rotulam o Parlamento porquê inimigo do povo, afirmando ter informações claras sobre quem está a difundir esta teoria na sociedade.

“Defenderei uma Câmara bicentenária porquê presidente do Senado Federalista e não aceitarei ofensas, ataques e ataques daqueles que antes acusavam outra poder. E que agora fazem o mesmo com o presidente do Senado”, afirmou. ele afirmou. Os ataques do governo federalista não têm precedentes; No ano pretérito, Alcolumbre já havia criticado o governo petista por tentar aumentar a arrecadação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o que descreveu, na idade, porquê usurpação de competências do Legislativo.

O parlamentar concluiu sublinhando que as propostas debatidas durante meses na Câmara dos Deputados não podem ser maquinalmente seladas e aprovadas no plenário do Senado, o que justifica a urgência de agir com cautela. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, mantém reservas ao ritmo imposto por Alcolumbre, cobrando ligeireza em agendas consideradas prioritárias, porquê a PEC na graduação 6×1 e a PEC da Segurança.

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