Clubes enviam petição a Fux e recorrem ao STF contra MP que proíbe bets
Outras três ADIs (7721, 7723 e 7749) estão em curso no STF — o Rubro-Negro foi aceito na primeira delas, que também tem Fluminense, Botafogo e Cruzeiro como amigos da corte. Essa ação foi aberta ainda em 2024, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), contra a regulamentação das bets, promulgada em 2023. A discussão incluiu a MP depois de sua publicação.
Se aceitos, os clubes podem se manifestar para fazer coro ao pedido das casas de apostas para revogar a proibição de atuação no mercado brasileiro, assinada pelo governo na semana passada.
Na petição, as equipes criticam a medida provisória, alegam grave risco financeiro imediato e dizem que os contratos de patrocínio foram firmados sob as normas estabelecidas pelo próprio governo.
Segundo eles, haverá risco de atraso de salários, venda de atletas, dificuldades para inscrever jogadores e comprometimento das competições nacionais.
A MP estabeleceu um prazo de 10 dias para o fim das operações dos sites de apostas. A extinção das autorizações das bets está prevista para 25 de outubro.
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