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Corinthians precisa de raça e resultado, diz Casagrande

Corinthians precisa de raça e resultado, diz Casagrande

Corinthians precisa de raça e resultado, diz Casagrande

Casagrande disse que o cenário exige “tratamento de choque” e criticou a ideia de um técnico que “passe a mão na cabeça”, citando Fernando Diniz. Para ele, a queda de confiança pesa no campo e trava decisões simples.

Então não dá pra trazer o Papai Noel pra treinar o Corinthians nesse momento. Trazendo presentinho pra todo mundo, não. Você tem que chegar um cara lá com um tratamento de choque. Porque você tem que chacoalhar o ambiente.
Walter Casagrande

Na análise do comentarista, o time até “jogou bem”, mas a sequência anterior foi ruim e derrubou o emocional. “O entusiasmo cai, a confiança baixa bastante”, afirmou, ao explicar o medo de errar e a demora para armar jogadas.

Casagrande questionou por que a equipe não entrou com quatro homens no setor e sugeriu escolhas mais duras no ataque.

Custava o Diniz pôr quatro caras no meio-campo? Pra congestionar o meio-campo. Você vai jogar lá em Porto Alegre, confronto direto. O outro time está desesperado. Coloca quatro no meio campo e só dois na frente. Você escolhe entre Memphis e Garro. Um fica no banco e entra depois no lugar do outro que está jogando.
Walter Casagrande

O debate também apontou problemas individuais e de planejamento. Alfinete criticou a atuação de Memphis em uma chance clara e disse que faltou objetividade na finalização.

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