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Presidente do Fluminense detona arbitragem após Fla-Flu

Presidente do Fluminense detona arbitragem após Fla-Flu

Presidente do Fluminense detona arbitragem após Fla-Flu

“A arbitragem foi um lixo, uma m…”: presidente do Fluminense critica juiz após derrota no clássico

Presidente do Fluminense, em coletiva (Crédito: Marina Garcia/Fluminense FC)

A derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Flamengo, neste domingo, no Maracanã, provocou fortes reclamações da diretoria tricolor contra a arbitragem. Após o clássico, o presidente Mattheus Montenegro criticou duramente o árbitro Rafael Rodrigo Klein e o responsável pelo VAR, Daniel Nobre Bins, por decisões tomadas durante a partida.

Entre os principais motivos da insatisfação estão a entrada de Erick Pulgar no joelho de Rodrigo Castillo, ainda no primeiro tempo, e dois lances na etapa final em que o Flu pediu pênalti. Inconformado, Montenegro não poupou palavras ao avaliar o desempenho da equipe de arbitragem.

— Para ficar claro: a arbitragem foi um lixo. Uma m… Um lixo, uma m… Para começar: o cartão amarelo do Pulgar, um absurdo o lance não ser expulsão. Eu vi agora o joelho do Castillo, está com a marca da trava da chuteira. Eu pergunto: cadê o VAR? Estava dormindo? Qualquer pessoa que está vendo o jogo viu que era para expulsão — afirmou o dirigente.

Contudo, na sequência, o presidente tricolor voltou a reclamar dos lances ocorridos no segundo tempo e questionou a condução da partida.

— Depois, houve dois pênaltis. Um no Savarino e outro no Castillo, que o Léo Ortiz chega com a sola. Quando você vê um jogo desta importância, com uma expulsão e dois pênaltis… como você vai ganhar o jogo? É impossível.

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Fluminense questiona entrada de Pulgar em Castillo

A principal reclamação do clube envolve um lance ocorrido aos 30 minutos do primeiro tempo. Afinal, na ocasião, Pulgar acertou o joelho de Castillo com uma entrada dura. O atacante tricolor caiu no gramado e sofreu um corte na região atingida.

Todavia, apesar da gravidade apontada pelo Fluminense, Rafael Rodrigo Klein mostrou cartão amarelo ao volante rubro-negro. Além disso, o VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, não chamou o árbitro para revisar o lance no monitor.

Montenegro ainda mencionou outros episódios que, na avaliação dele, prejudicaram o Flu. Entre eles, uma suposta mão de Léo Pereira quando o time se preparava para cobrar um lateral e o cartão amarelo aplicado a Canobbio.

— Teve mais. Léo Pereira colocou a mão na bola quando a gente foi bater o lateral. Não aconteceu nada. O amarelo que o Cannobbio levou não foi nada. Estou triste, a arbitragem foi uma m… — desabafou o presidente, que encerrou a declaração após cerca de dois minutos sem responder às perguntas dos jornalistas.

Presidente reclama de dois possíveis pênaltis

Ademais, além da entrada de Pulgar, o Fluminense contestou duas decisões na etapa final. Aos 11 minutos, o clube pediu pênalti em uma dividida entre Léo Ortiz e Castillo dentro da área rubro-negra. No lance seguinte, Canobbio recebeu cartão amarelo por uma falta sobre o zagueiro do Flamengo.

Posteriormente, aos 28 minutos, quando o time tricolor já perdia por 1 a 0, a reclamação envolveu um possível pênalti de Alex Sandro sobre Savarino. A arbitragem, porém, não marcou a penalidade.

Portanto, diante da repercussão, o Fluminense publicou uma nota oficial para contestar as decisões. No comunicado, o clube afirmou que o clássico foi prejudicado por dois erros de arbitragem e criticou a falta de intervenção do VAR no lance de Pulgar.

Fluminense fala em “incentivo à deslealdade” em nota oficial

Aliás, no texto divulgado após o desabafo de Mattheus Montenegro, o Fluminense destacou os riscos da entrada de Pulgar para a integridade física de Castillo. Além disso, questionou a atuação de Rafael Rodrigo Klein e Daniel Nobre Bins e voltou a reclamar do possível pênalti de Alex Sandro sobre Savarino.

Leia a nota completa do Fluminense:

“O Fluminense FC lamenta que, mais uma vez, o maior clássico do Brasil tenha sido manchado por dois erros claros de arbitragem. Ainda no primeiro tempo, o atleta Erick Pulgar, do Flamengo, atingiu o joelho do atacante Rodrigo Castilho com a sola da chuteira, numa entrada violenta que colocou em risco a integridade física do jogador tricolor. O árbitro Rafael Klein, bem posicionado para avaliar a jogada, optou por não aplicar o cartão vermelho que a regra determina. Mais grave ainda foi a omissão do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, que dispunha de todos os recursos para corrigir o erro e preferiu se calar.

A tolerância com esse tipo de conduta é um incentivo à deslealdade e uma ameaça a quem está em campo. Zelar pela integridade de quem joga é o mínimo que se espera de quem tem a responsabilidade de aplicar as regras.

E como se um erro claro não fosse o suficiente, o árbitro ainda ignorou um pênalti de Alex Sandro em Savarino no segundo tempo. O atleta do Flamengo em nenhum momento disputou a bola e derrubou o jogador tricolor dentro da área, mas nada foi marcado.

Não aplicar as regras implica em mudar a dinâmica de uma partida e, consequentemente, influenciar seu resultado. E isso não podemos permitir.”

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