Especialista de arbitragem aponta erro em pênalti não marcado no Gre-Nal
O clássico entre Grêmio e Internacional, disputado neste domingo (11), na Arena do Grêmio, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, teve um lance polêmico de arbitragem ainda no primeiro tempo. O comentarista PC Oliveira, do Grupo Globo, avaliou que o Tricolor deveria ter recebido um pênalti após um contato de Bernabei em Diego Caito dentro da área colorada.
A jogada ocorreu aos 17 minutos do Gre-Nal, quando Diego Caito avançou pelo lado direito e entrou na área do Internacional. Na tentativa de acompanhar o adversário, Bernabei colocou a mão nas costas do jogador gremista, que caiu no gramado.
O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima, de Pernambuco, mandou o jogo seguir. A decisão provocou reclamações imediatas dos atletas do Grêmio e de integrantes da comissão técnica no banco de reservas.
PC Oliveira discorda da decisão da arbitragem no Gre-Nal
Ao analisar o lance, PC Oliveira considerou que o contato de Bernabei foi suficiente para caracterizar uma infração dentro da área. Na avaliação do ex-árbitro, o Grêmio deveria ter recebido a cobrança de pênalti.
Apesar das reclamações, Rodrigo José Pereira de Lima manteve sua decisão. O árbitro de vídeo Caio Max Augusto Vieira, de Goiás, também não recomendou uma revisão da jogada no monitor à beira do campo.
Dessa forma, o clássico prosseguiu sem a marcação da penalidade. A interpretação de PC Oliveira, porém, foi diferente daquela adotada pela equipe de arbitragem responsável pela partida.
Jogadores do Grêmio reclamam de possível pênalti
A ausência da marcação gerou protestos dos gremistas, que consideraram irregular a ação de Bernabei sobre Diego Caito. O episódio ocorreu ainda na etapa inicial, quando as duas equipes buscavam espaço para construir jogadas ofensivas. A decisão da arbitragem ganhou destaque por envolver uma possível oportunidade de gol em um confronto de grande rivalidade.
O lance também levantou questionamentos sobre a atuação do VAR. Embora a tecnologia estivesse disponível, o responsável pela arbitragem de vídeo não orientou o árbitro principal a consultar as imagens. A análise de PC Oliveira reforçou a discussão sobre o episódio, mas não alterou a decisão tomada durante o jogo.

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