Lula lança pacote ambiental com geração de reservas ecológicas e atribuição de crédito verdejante
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta quarta-feira (10), no Palácio do Planalto, em Brasília, um conjunto de ações em referência ao Dia Mundial do Meio Envolvente para fortalecer a preservação dos biomas e combater as mudanças climáticas no país. Ao assinar seis decretos e assinar duas leis, o governo federalista previu a geração e ampliação de unidades de conservação, desburocratizou o combate aos incêndios florestais e formalizou contratos de crédito multimilionários voltados à restauração ecológica. Nesta quinta-feira (11), a agenda avança com a apresentação de dados sobre a redução do desmatamento na Amazônia e no Encerrado.
As iniciativas procuram confederar a sustentabilidade económica à protecção ambiental. Durante a cerimônia, o presidente Lula destacou o posicionamento internacional do país com a novidade regulamentação. “O Brasil se torna um país com maior credibilidade no mundo para cuidar das questões ambientais”, proferido. O Dirigente do Executivo acrescentou que os resultados da redução do desmatamento em diversos biomas reforçam o compromisso de provar a compatibilidade entre a produção de vitualhas e a preservação das florestas.
Para o Ministro do Envolvente e das Alterações Climáticas, João Paulo Capobianco, a agenda ambiental passou a ocupar um lugar medial no desenvolvimento vernáculo, superando a visão de que o prolongamento parcimonioso e a conservação da natureza estariam em lados opostos. “Hoje, os efeitos das mudanças climáticas já fazem segmento do dia a dia das pessoas. Portanto, proteger o meio envolvente não é somente olhar para as próximas gerações, mas também cuidar das condições de vida das populações brasileiras no presente”, disse Capobianco.
Expansão de áreas protegidas na Amazônia e Caatinga
Entre as principais ações do pacote está a ampliação da proteção ambiental em tapume de 100 milénio hectares. O governo formalizou a geração do Parque Pátrio dos Povos Indígenas do Rio Tanaru, em Rondônia, e a ampliação do Parque Pátrio da Serra das Confusões, no Piauí, ambos administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Com 7,6 milénio hectares, o parque de Rondônia garante a proteção permanente do território onde viveu o último sobrevivente do povo Tanaru, sabido porquê o “Índio do Buraco”, falecido em 2022. A geração atende regra do Supremo Tribunal Federalista (STF) e funciona porquê medida de reparação histórica. No Piauí, a incorporação de aproximadamente 92 milénio hectares da Serra Vermelha ao Parque Pátrio da Serra das Confusões aumenta a extensão totalidade da unidade para 916 milénio hectares, garantindo a proteção de aquíferos e nascentes essenciais para a disponibilidade de chuva no semiárido.
Mudanças no financiamento e no combate a incêndios.
Um dos decretos assinados altera o Fundo Pátrio do Meio Envolvente (FNMA) para dispensar a urgência de convênios de repasse a estados e municípios destinados ao combate a incêndios florestais. A norma exige que os entes federais elaborem planos de extinção de incêndio no prazo de 18 meses para receber os valores. O texto também permite a destinação de recursos para o manejo ético da população canina e felina, desde que haja adesão ao Sistema Pátrio de Cadastro de Animais Domésticos (SinPatinhas).
Na extensão financeira, o Banco Pátrio de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Envolvente anunciaram cinco operações de crédito do Fundo Floresta Climática. O valor de R$ 834 milhões será talhado a projetos de restauração florestal e sistemas agroflorestais nos biomas Amazônia, Encerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Somados aos recursos do setor privado, os contratos mobilizam investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões.
A diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello, explicou que os recursos visam restaurar a flora nativa. “Não é uma plantação, não estamos falando em plantar uma única espécie. Estamos falando em restaurar, reconstruir florestas nativas no Brasil com o base do setor privado”, disse. A expectativa é restaurar mais de 65,6 milénio hectares e plantar mais de 108 milhões de árvores.
O Fundo Amazônia também recebeu aumentos e emitiu novos editais. O Reino Uno fez um segundo desembolso de R$ 270 milhões (40,7 milhões de libras), totalizando a doação de R$ 500 milhões anunciada na COP28. Ou por outra, o fundo destinará R$ 150 milhões por meio da chamada Sanear Indígena para aproximação à chuva no Acre, Amazonas e Pará, e R$ 60 milhões por meio da chamada Recaatingar para recuperação de terras degradadas.
Quadros legais e regulamentos
O pacote ambiental inclui a sanção de regulamentos estruturantes:
- Pagamento por Serviços Ambientais: Regulamentação da Política Pátrio de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA), definindo regras de governança e monitoramento.
- Trilhas de longa intervalo: Instituição do Sistema Pátrio de Trilhas (Sintrilhas), organizando uma rede de 205 trilhas e mais de 41 milénio quilômetros em unidades de conservação.
- Lei da Biodiversidade: Aprimoramento da regulamentação de monitoramento do uso do patrimônio genético vernáculo e geração da Federação das Instituições Públicas Nacionais de Pesquisa Científica e Tecnológica para a Biodiversidade (APBio).
- Recuperação da Caatinga: Sanção de lei que institui a Política e Programa Pátrio de Recuperação da Vegetação da Caatinga, com o objetivo de restaurar áreas degradadas e prometer a segurança hídrica no bioma.
- Cultura vernáculo: Sanção da lei que reconhece a profissão de quebrar coco de babaçu no Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará porquê sintoma da cultura vernáculo, protegendo o conhecimento tradicional e a exploração sustentável do babaçu.
- Desenvolvimento de comunidades tradicionais: Instituição do Projecto Pátrio de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PDPCT), que abrange 28 segmentos sociais.
Reunião do juízo e revisão do desmatamento
Também nesta quarta-feira (10), as diretrizes de desenvolvimento do país foram tema da 7ª Reunião Plenária do Juízo de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), no Palácio do Itamaraty. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou que a atual gestão demonstra a viabilidade de confederar o prolongamento agrícola à inclusão social e à proteção ambiental. Alckmin citou a retirada de 23 milhões de pessoas do Planta da Miséria simultaneamente à exportação recorde de vitualhas.
Na mesma reunião, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Transacção e Serviços, Márcio Elias Rosa, anunciou que o sistema de pagamentos instantâneos Pix será formalmente reconhecido na próxima terça-feira (16) porquê marca de tá renome pelo Instituto Pátrio da Propriedade Industrial (INPI), ampliando a proteção do símbolo em todos os ramos da economia.
Para esta quinta-feira (11), a agenda do governo federalista tem porquê foco a visitante do presidente Lula ao Observatório Regional da Amazônia (ORA) da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Brasília. A partir do dia 10, serão apresentados os dados mais recentes do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Estagnar), do Instituto Pátrio de Pesquisas Espaciais (Inpe), que indicam redução nas taxas de desmatamento na Amazônia e no Encerrado. Acompanham a delegação a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e o secretário-geral da OTCA, Martín Von Hildebrand.
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