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Ostentação de bebidas nos palcos compromete apresentações e acende alerta sobre a saúde de cantores sertanejos

Ostentação de bebidas nos palcos compromete apresentações e acende alerta sobre a saúde de cantores sertanejos

Ostentação de bebidas nos palcos compromete apresentações e acende alerta sobre a saúde de cantores sertanejos

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas nos palcos e bastidores tem prejudicado a qualidade das apresentações de artistas brasileiros e gerado preocupação entre especialistas médicos e fonoaudiólogos. Relatos recentes de cantores porquê Nattan, Zé Neto, Murilo Huff e João Gomes evidenciam que o hábito, frequentemente usado para gerar conexão com o público ou serenar pressões emocionais, afeta negativamente a voz, a cognição e a firmeza mental dos profissionais. As informações constam em uma reportagem publicada originalmente pelo portal g1, que detalha os impactos de limitado e longo prazo dessa prática na manutenção da curso artística.

O caso recente e o alerta nas produções
O debate em torno do consumo de álcool durante o trabalho ganhou força no último final de semana, posteriormente o cantor Nattan comportar que o exaltação e a bebida consumida no camarim comprometeram sua apresentação na cidade de Maracanaú, no Ceará. Segundo relatos, o artista apresentou sinais de embriaguez e chegou a repetir a música “Na Mansão da Vizinha” diversas vezes. Depois o incidente, ele reconheceu o erro e prometeu realizar um novo show no lugar com o padrão de qualidade exigido pelo público.

Uma profissional que atua na produção do meio sertanejo relatou ao g1, sob requisito de anonimato, que existe uma geração de artistas que exagera na bebida para tentar fabricar uma identificação direta com os fãs. Ela destaca que o álcool faz secção da cultura de gêneros populares, porquê o forró e o sertanejo, e que as equipes de produção só costumam intervir quando a situação atinge um nível de seriedade que prenúncio o curso do evento.

Mudança de hábitos e diagnósticos médicos
Outros nomes do cenário músico já reviram suas posturas em relação à bebida posteriormente enfrentarem problemas pessoais. Murilo Huff relatou que mudou seu comportamento posteriormente um show em Goiânia, no ano de 2022. Na ocasião, ele percebeu que Luan Santana bebia somente chuva durante o trabalho. Huff, que chegava a consumir uma garrafa inteira de destilado por apresentação, afirmou ter reduzido o consumo desde o incidente.

A saúde física e mental também tem forçado mudanças na rotina das turnês. No ano pretérito, João Gomes revelou a dificuldade de deixar o prática de tomar duas doses de cachaça por show posteriormente ser diagnosticado com gordura no fígado. Já a situação de Zé Neto, da dupla com Cristiano, chegou a um ponto crítico recentemente. O cantor admitiu que utilizou a bebida e medicamentos de forma abusiva para enfrentar crises de depressão e síndrome do pânico. O quadro motivou a equipe a proibir o álcool nos camarins e resultou em uma pausa na curso da dupla no início de 2024 para tratamento.

Prejuízos para a voz e a coordenação motriz
Especialistas são categóricos ao declarar que a ingestão de álcool não melhora a performance. A fonoaudióloga Thays Vaiano enfatiza que o palco é um envolvente estritamente profissional e não um espaço de sarau para o cantor. Ela explica que o álcool motivo a desidratação das cordas vocais, o que gera fadiga e aumenta o esforço necessário para trovar.

O consumo também provoca a perda de coordenação motriz, resultando em desafinações, perda de fôlego e erros de ritmo. Ou por outra, a bebida diminui a percepção do esforço, fazendo com que o artista force a musculatura além do limite saudável para saber notas. Outro fator agravante é o refluxo gástrico desencadeado pelo álcool, que irrita as pregas vocais e pode levar a lesões severas. A fonoaudióloga Leny Kyrillos acrescenta que as bebidas destiladas provocam um efeito de anestesia temporária, no qual o cantor não sente o desgaste no momento, percebendo a seriedade do desgaste somente no dia seguinte.

Risco de submissão no meio artístico
Além dos danos físicos progressivos, o hábito contínuo pode mascarar transtornos psicológicos e gerar vício. A psicóloga Juliana Chiavassa ressalta que o álcool afeta diretamente a cognição e a memória, levando o artista a olvidar letras ou tomar atitudes impulsivas que prejudicam sua imagem pública.

A profissional alerta que a premência imperativa de consumir bebida alcoólica para conseguir subir ao palco, participar de sessões de fotos ou mesmo conceber já configura um quadro de alcoolismo. O entendimento atual entre especialistas aponta para o início de uma mudança comportamental no mercado fonográfico, impulsionada por uma parcela da novidade geração que procura mais saúde e longevidade na curso, compreendendo que a manutenção da voz exige cuidados sistêmicos com o corpo e a mente.

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