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Senado ignora governo, aprova projeto-bomba de R$ 170 bilhões e freia termo da graduação 6×1

Senado ignora governo, aprova projeto-bomba de R$ 170 bilhões e freia fim da escala 6x1

Senado ignora governo, aprova projeto-bomba de R$ 170 bilhões e freia termo da graduação 6×1

O Senado Federalista aprovou nesta quarta-feira (10), em Brasília, uma série de medidas com potente impacto nas contas públicas, ignorando os pedidos de cautela econômica do governo federalista. Enquanto a Câmara avança na renegociação das dívidas dos produtores rurais e no aumento dos benefícios para categorias específicas de saúde, a tramitação da proposta de emenda à Constituição que prevê o termo da jornada 6×1 segue paralisada e sem calendário de votação definido.

Renegociação da dívida rústico avança em plenário
O principal revés para a equipe econômica foi a aprovação, no plenário do Senado, do projeto de lei que cria uma risca próprio de financiamento para renegociar dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos e dificuldades econômicas. O texto, que agora retorna à Câmara dos Deputados, tem impacto financeiro estimado em R$ 140 bilhões para o Tesouro Pátrio nos próximos dez anos.

A proposta permite a renegociação de dívidas estimadas entre R$ 170 bilhões e R$ 180 bilhões, com recursos do Fundo Social do Pré-Sal. As condições aprovadas prevêem financiamento de até R$ 10 milhões por produtor e de até R$ 50 milhões por cooperativa ou associação. O prazo de pagamento é de dez anos, com carência de três anos. Os juros estipulados são de 3,5% ao ano para o Pronaf, 5,5% ao ano para o Pronamp e 7,5% ao ano para os demais produtores. O governo federalista já manifestou a intenção de vetar a material e, caso o veto seja derrubado, recorrer ao Supremo Tribunal Federalista.

Até os últimos minutos antes da votação, o ministro da Rancho, Darío Durigan, tentou proferir um conformidade com o relator do projeto, senador Renan Calheiros (MDB-AL), e com o presidente da Câmara, Davi Alcolumbre (União-AP). A tentativa, no entanto, falhou. Alcolumbre justificou a deliberação em plenário afirmando que respeitava a posição do Governo, mas destacou a pressão parlamentar: “Há muito tempo que os senadores me pedem para deliberar sobre esse projeto. Infelizmente, nenhum conformidade foi apanhado. Vou me desobrigar porquê presidente do Senado Federalista e colocá-lo em votação”, afirmou. ele afirmou.

Comissões aprovam benefícios para o setor da saúde
Paralelamente ao plenário, as comissões do Senado aprovaram propostas destinadas aos profissionais do setor saúde, assuntos também tratados pelo Executivo porquê de tá risco fiscal. As votações ocorreram sem resistência dos senadores governistas, que evitaram se opor aos projetos por terror do desgaste político em ano eleitoral.

A Percentagem dos Assuntos Sociais aprovou o projecto que aumenta o piso salarial pátrio dos médicos e dentistas, aplicável aos sectores público e privado. A material irá diretamente para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para estudo no plenário do Senado. As principais mudanças são:

  • Aumento do salário mínimo de R$ 3.636 para R$ 13.662, válido para jornadas semanais de 20 horas.
  • Correção anual automática com base no IPCA.
  • Reajuste do suplementar de trabalho noturno e horas extras para 50%.
  • Financiamento pelo Fundo Pátrio de Saúde, deixando estados e municípios fora do financiamento direto.
  • Impacto fiscal estimado em R$ 8,1 bilhões em 2026.

A Percentagem de Constituição e Justiça aprovou a proposta de reforma constitucional que regulamenta a reforma próprio para muro de 400 milénio agentes comunitários de saúde e controlo de doenças. O texto, que agora segue para o plenário do Senado, define as seguintes regras:

  • Idade mínima de reforma de 57 anos para as mulheres e de 60 anos para os homens, sendo necessários 25 anos de contribuições e manobra efectivo da operosidade.
  • Geração de regras de transição válidas até 2041 para profissionais que ingressaram antes da futura promulgação.
  • Garantia de paridade e integridade aos agentes vinculados aos seus próprios planos de previdência.
  • Geração de favor incrível pago pela União para revestir possíveis diferenças caso a aposentadoria concedida pelo INSS seja subalterno ao valor do último salário ativo.
  • Proibição de contratação de profissionais temporários ou subcontratados, exceto em emergências de saúde pública.

O dispêndio da medida destinada aos agentes é motivo de divergências. O Executivo projeta muro de R$ 30 bilhões em dez anos para a Previdência Social. Porém, o Ministério da Previdência alerta que esse valor pode se aproximar de 99 bilhões de reais, considerando os números da União, estados e municípios. A Confederação Pátrio dos Municípios prevê um impacto de 70 bilhões de reais focado somente nas finanças municipais, enquanto o relator da Câmara, deputado Antonio Brito (PSD-BA), havia estimado um gasto de 5,5 bilhões de reais até 2030.

O termo da graduação 6×1 permanece indefinido
Diferentemente das propostas de impacto fiscal, a PEC que propõe o termo do cronograma de trabalho 6×1 continua paralisada. O presidente do Senado ainda não enviou o texto à Percentagem de Constituição e Justiça e avisou que só incluirá o tópico em tarifa posteriormente reunião de líderes para definição do relator, reunião que permanece sem data prevista. O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, se reuniu com Alcolumbre nesta terça-feira (9) para discutir a coordenação política, mas não foi divulgado cronograma solene.

Enquanto integrantes da base governista e senadores de esquerda tentam desbloquear o tema no Senado, a oposição trabalha para atrasar o texto e impedir sua aprovação no primeiro semestre. As táticas da oposição contam com o base direto de entidades do setor produtivo, que nas últimas três semanas intensificaram a coordenação com o presidente do Senado.

Representantes da Confederação Pátrio da Lavoura, Confederação Pátrio do Negócio, Confederação Pátrio da Indústria, Confederação Pátrio dos Transportes e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo publicaram epístola ensejo pedindo a adoção de proposta opção. Esse texto paralelo defende a flexibilização e modifica a Constituição para permitir que a jornada de trabalho seja definida por conformidade individual, conformidade coletivo ou livre conformidade direto entre trabalhador e empregador.

Tensão entre os poderes e a autonomia do Banco Meão
A aprovação de despesas multimilionárias expôs a atual deterioração da relação entre o Palácio do Planalto e Davi Alcolumbre. Os ministros Darío Durigan, Bruno Moretti e José Guimarães haviam solicitado na véspera que o Senado considerasse assuntos que afetam o orçamento. Alcolumbre chegou a alertar os senadores sobre o risco fiscal, afirmando que subscrever tudo exigiria “encontrar 10 brasileiros para remunerar”, mas, na prática, executou as medidas.

Além das dívidas rurais e dos benefícios de saúde, o governo foi derrotado na deliberação sobre a PEC da autonomia financeira do Banco Meão. Conhecida no Legislativo porquê “PEC do Pix”, a proposta avançou na Percentagem de Constituição e Justiça na privação do Ministério da Rancho, que viu porquê sua proposta de texto recíproco foi completamente ignorada pelo relator, senador Plínio Valério (PSDB-AM). O líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), só conseguiu retardar por uma semana a votação no plenário, período em que o Executivo tentará proferir novas mudanças na redação final.

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