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Trump ataca juiz brasílico e admite que pediu à FIFA que revisasse o cartão do jogador americano

Trump ataca juiz brasileiro e admite que pediu à FIFA que revisasse o cartão do jogador americano

Trump ataca juiz brasílico e admite que pediu à FIFA que revisasse o cartão do jogador americano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu nesta segunda-feira (6) ter telefonado para o presidente da FIFA, Gianni Infantino, com o objetivo de solicitar a revisão do cartão vermelho ao atacante norte-americano Folarin Balogun. A expulsão, ordenada pelo perito brasílico Raphael Claus na última quarta-feira (1º) durante a partida contra a Bósnia e Herzegovina, foi suspensa pelo órgão supremo do futebol, permitindo ao jogador disputar as oitavas de final da Despensa do Mundo de 2026. A anulação inédita da punição gerou fortes críticas das federações europeias por suposta interferência política, enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) emitiu um expedido solene para proteger o juiz posteriormente ataques diretos de políticos. republicano.

A recepção de Trump ocorreu durante uma reunião com repórteres no Salão Oval da Lar Branca, na segunda-feira. Na ocasião, o presidente americano afirmou não considerar a falta considerada justa e dirigiu duras críticas a Raphael Claus. “Oriente perito fica um pouco intrigado se você verificar o histórico dele. Não quero proferir isso, porque não palato de gerar polêmica, mas ele é muito intrigado”, disse. declarou Trump, que também descreveu as ações do juiz porquê “horríveis”.

O republicano afirmou ter extenso conhecimento sobre esportes, mas que nem sabia o que era cartão vermelho ou que a punição implicava suspensão automática do jogo seguinte até o momento da jogada. “Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse uma falta. Quando descobri, pensei: ‘Deve ser uma piada’”. disse o presidente. Trump já havia comemorado a decisão na rede social Truth Social, agradecendo à FIFA por virar o que chamou de “grande injustiça”.

A infração e a decisão da percentagem disciplinar
A expulsão de Balogun ocorreu aos 64 minutos da partida válida pela 32ª tempo da competição, que terminou com vitória americana e garantiu a classificação da equipe. O camisa 20, bombeiro dos Estados Unidos com três gols no torneio, tentava proteger a globo quando, ao agachar o pé, pisou no tornozelo do zagueiro bósnio Tarik Muharemovic. Raphael Claus foi chamado pelo vídeo-árbitro (VAR) para revisar a jogada em super câmera lenta e recebeu cartão vermelho direto.

Contrariando a regra do regulamento da competição, que prevê a suspensão automática de pelo menos uma partida em caso de expulsão, a Fifa divulgou expedido neste domingo (5) cancelando a sanção imediata. Segundo a entidade, em emprego do cláusula 27.º do Código Disciplinar, a realização da suspensão fica suspensa pelo período probatório de um ano. O jogador só cumprirá a sanção se cometer novidade infração de seriedade semelhante nos próximos 12 meses. Com isso, o atacante ficou livre para o confronto das oitavas de final contra a Bélgica, marcado para esta segunda-feira, às 21h, no Lumen Field, em Seattle. Se vencerem, os americanos chegarão às quartas de final pela primeira vez desde 2002.

Infantino nega influência no processo judicial
Dada a repercussão global, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, publicou um expedido confirmando ter recebido a relação de Trump, mas negando que a libertação do jogador tenha sido motivada por pressão política. O dirigente sustentou que os órgãos da entidade decidem os casos com base em fatos e que a independência dos órgãos é fundamental para a credibilidade do esporte.

“Sim, discuto regularmente questões relacionadas com a Despensa do Mundo com o presidente dos Estados Unidos e, neste caso, recebi uma relação do presidente Donald Trump, assim porquê recebo ligações de chefes de estado, funcionários do governo, partes interessadas do futebol e executivos empresariais.” Infantino explicou. O presidente afirmou que informou Trump durante a teleconferência que havia um processo em curso nos órgãos judiciais independentes da FIFA e que a situação seria definida pelos canais competentes.

Reações internacionais e indignação europeia
A suspensão por cartão vermelho gerou críticas imediatas no futebol europeu. A UEFA, órgão supremo do continente, emitiu esta segunda-feira um expedido descrevendo a medida porquê inédita. “Manifestamos a nossa descrença perante uma decisão inédita, inexplicável e injustificável”, declarou a instituição, alertando que a integridade do jogo está em risco quando a certeza das regras deixa de ser garantida.

A Real Federação Belga de Futebol (RBFA), rival dos Estados Unidos nas oitavas de final, declarou-se consternada e apontou incongruência direta com o regulamento do torneio, reafirmado pela FIFA em maio. A federação enviou uma epístola para apresentar um recurso formal sobre o caso.

Os treinadores das seleções participantes da Despensa do Mundo expressaram seu insatisfação. O técnico belga Rudi García zombou da decisão e disse não saber que “5 de julho agora é 1º de abril”. O inglês Thomas Tuchel e a estaca norueguesa Solbakken questionaram a consistência das regras e afirmaram que a mudança prejudica a Despensa do Mundo. No campo político, o presidente da Federação Alemã, Bernd Neuendorf, e o comissário europeu do Desporto, Glenn Micallef, alertaram para a perda da autonomia desportiva e exigiram explicações sobre interferências políticas.

Por outro lado, a decisão foi comemorada pelos cariocas. O atacante americano Christian Pulisic afirmou que o grupo recebeu a notícia com muita alegria e considerou a punição inicial muito dura. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, também defendeu publicamente a geração de processos de recurso de sanções durante os jogos.

A CBF sai em resguardo da integridade de Raphael Claus
As declarações do presidente dos EUA atacando o perito brasílico provocaram uma resposta institucional do futebol pátrio. A CBF divulgou expedido rejeitando veementemente qualquer sugestão que coloque em incerteza a honestidade de Raphael Claus.

Segundo o expedido solene, Claus faz segmento do time profissional da confederação, é reconhecido mundialmente pela primazia técnica e tem ficha limpa. “Não há nenhum elemento em toda a sua história que o desacredite ou que sustente qualquer tipo de suspeita”, destacou a CBF, reafirmando que a curso do perito é baseada na crédito nas principais competições do mundo. A Federação Paulista de Futebol (FPF) apoiou a resguardo, qualificando as declarações de Donald Trump de lamentáveis ​​e totalmente infundadas.

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