A PF diz que o deputado do BMD foi o “organizador político” do projecto de fraude do INSS
A Polícia Federalista (PF) e a Controladoria-Universal da União (CGU) deflagraram, nesta terça-feira (17), a Operação Indébito para desmantelar uma trama criminosa suspeita de ramal de até R$ 6,3 bilhões por meio de descontos irregulares em pensões do INSS. A ação cumpriu mandatos no Ceará e no Província Federalista. A deputada federalista María Gorete Pereira (MDB-CE) foi intuito de buscas, teve restrições impostas pela Justiça e passou a usar tornozeleira eletrônica sob a arguição de atuar porquê “articularizadora política” do grupo. A operação resultou também na prisão preventiva do empresário Natjo de Lima Pinho e da advogada Cecília Rodrigues Mota, apontados porquê os operadores financeiros da fraude.
Uma vez que funcionou a fraude contra aposentados
Segundo a investigação da PF, o esquema funcionou entre 2019 e 2024, fundamentado na licença de descontos associativos não autorizados diretamente nos benefícios dos segurados do INSS. A fraude foi provável graças a falsas associações e ao pagamento sistemático de subornos a servidores públicos.
As investigações revelam que os recursos para os pagamentos ilícitos vieram das empresas de Natjo de Lima Pinho. O empresário repassava mensalmente os valores à advogada Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Associação Pátrio dos Aposentados e Pensionistas (Aapen) e da Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (AAPB). Coube a Cecília repartir o moeda entre os funcionários do INSS, em pagamentos rotulados nas mensagens interceptadas porquê “COMISSÃO BRASÍLIA BSB”.
Os dirigentes das associações envolvidas atuariam porquê “ladrões” para que o trio assinasse acordos fraudulentos de descontos com a poder federalista.
O papel da deputada María Gorete Pereira
A deputada federalista María Gorete Pereira, 74 anos, é considerada a principal força política do grupo. O Ministério Público Federalista (MPF) e a PF afirmam que a parlamentar usou sua influência para contatar as autoridades, pressionar autoridades pela rápida aprovação de entidades ligadas ao esquema e facilitar acordos com o INSS.
Segundo a PF, o deputado controlava efetivamente as associações de aposentados por meio de poderes com amplos poderes e abriu empresas de frente em nome de familiares para lavagem de moeda desviado. O nome de María Gorete consta em tábua de controle de propina interceptada pelos investigadores, associada ao valor de R$ 780.433,50.
Em mensagens trocadas com Cecília, o empresário Natjo Pinho relatou que a parlamentar “ganhou 1,5 milhão” e que exigia maior controle sobre o negócio: “Estou ficando sem moeda. Gorete quer permanecer com 70% da entidade”, escreveu o empresário. A PF concluiu ainda que um apartamento estimado em mais de 4 milhões de reais, adquirido formalmente por empresa administrada pela sobrinha do deputado, pertence na verdade ao parlamentar.
Apesar do pedido de prisão do deputado pela PF, o ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), André Mendonça, relator do caso, optou por diversas medidas cautelares, porquê o monitoramento por meio de tornozeleira eletrônica.
Subornos ao ex-presidente e à gestão do INSS
O relatório da operação detalha que o esquema corrompeu a subida gestão do INSS. Alessandro Stefanutto, ex-presidente do município recluso em novembro de 2025 durante tempo anterior da investigação (Operação Sem Desconto), recebeu murado de 4 milhões de reais em propina entre abril de 2024 e janeiro de 2025. O moeda veio de contas ligadas à investigada Cecília Rodrigues Mota. O deputado Gorete Pereira manteve contato frequente com Stefanutto para facilitar o credenciamento das entidades.
Além dele, mensagens indicam pagamento de valores indevidos a outros ex-executivos presos no ano pretérito:
- André Paulo Fidelis (ex-diretor de benefícios): Termos de cooperação firmados com entidades ligadas ao grupo.
- Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Rebento (ex-procurador-geral): Ratificou entendimentos técnicos que permitiram que os benefícios para cargos associativos fossem desbloqueados em lotes.
A novidade tempo da operação também focou nos servidores ativos. O diretor de Relações e Negócios da Dataprev, Alan Santos, e outros três funcionários do INSS cujos nomes não foram revelados foram afastados de suas funções.
Ostentação e jato pessoal
As violações de confidencialidade revelaram que o moeda roubado dos reformados financiava bens de luxo. A PF cita a obtenção de um caminhão BMW X6 e de um avião por Natjo Pinho porquê prova de enriquecimento ilícito.
A intenção de comprar artigos de luxo também ficou registada em conversas com a advogada Cecília Mota. Em um dos áudios interceptados, ele questiona um interlocutor sobre a compra de um avião: “Pare de ser gentil. Vá detrás disso, vamos comprar um jato. Natjo já está comprando um jato. Vamos entrar na fileira?”
O que dizem as defesas
Os citados se manifestaram por meio de notas oficiais em seguida o início da operação:
- Maria Gorete Pereira (MDB-CE): A deputada reiterou que não cometeu nenhum ato ilícito e descreveu as informações divulgadas porquê distantes da verdade. Afirmou que sua curso pública de mais de 40 anos é pautada pela integridade e que confia no devido processo lítico. A resguardo técnica, chefiada pelo jurisperito Waldir Xavier, afirmou que se pronunciará em seguida estudo detalhada da decisão.
- Natjo Pinho: O jurisperito Bruno Queiroz considerou a prisão preventiva “desnecessária e desproporcional”. A resguardo argumentou que o empresário já tinha sido intuito de buscas e bloqueio de bens em abril de 2025, destacando que os descontos investigados foram paralisados, o que anularia o risco de prosseguimento da atividade criminosa ou fuga. A resguardo disse que vai recorrer para anular a pena de prisão.
- Cecília Rodrigues Mota: Em testemunho à CPMI do INSS prestado no ano pretérito, a advogada confirmou ser dona das empresas investigadas e ter movimentado milhões de reais, mas negou que os recursos tivessem origem ilícita.
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