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Governo intensifica combate aos preços abusivos dos combustíveis com monitoramento em tempo real

Governo intensifica combate aos preços abusivos dos combustíveis com monitoramento em tempo real

Governo intensifica combate aos preços abusivos dos combustíveis com monitoramento em tempo real

O Governo Federalista e 21 estados brasileiros oficializaram, nesta quarta-feira (18), um mecanismo inédito para compartilhar em tempo real as contas de combustíveis com a Sucursal Vernáculo do Petróleo, Gás Procedente e Biocombustíveis (ANP). A ofensiva integrada pretende colmatar o fosso face à especulação e ao aumento reprovável dos preços do gasóleo para o consumidor final, num momento em que a guerra no Médio Oriente pressiona o mercado energético global e prenúncio a inflação interna.

O novo sistema foi consolidado durante reunião virtual do Juízo Vernáculo de Política Financeira (Confaz). Porquê as faturas de vendas estão sob jurisdição das administrações estaduais, a adesão dos governos locais permite que os órgãos de controle federais atuem imediatamente. A integração beneficia diretamente as equipes de fiscalização da ANP, da Secretaria Vernáculo do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e dos Procons estatais.

“Temos o compromisso de manter a oferta de diesel no país e prometer que as variações de preços sejam atenuadas ao sumo para a população”, declarou o secretário executivo do Ministério da Herdade e presidente do Confaz, Darío Durigan. “É do interesse de todos, de todo o país, que possamos controlar melhor, com os órgãos estatais, com as nossas equipes de fiscalização, os possíveis aumentos abusivos e ilegais que ocorrem”.

Ofensiva contra distribuidoras gera primeiras multas
A promessa de uma supervisão mais rigorosa já se reflecte em acções práticas. Diferentemente das operações anteriores focadas no transacção varejista (postos), um grupo de trabalho do qual participaram ANP, Senacon e Polícia Federalista foi nesta quarta-feira (18) ao topo da rede, fiscalizando seis grandes distribuidoras do Região Federalista.

A operação foi deflagrada depois órgãos de resguardo do consumidor e os próprios proprietários de postos de combustíveis denunciarem práticas nocivas. A ANP multou as empresas Raízen, Ipiranga e Masut. Ao mesmo tempo, a Senacon notificou Vibra (antiga BR), Raízen e Ipiranga, que juntas dominam murado de 70% do mercado pátrio.

As infrações identificadas incluem a venda de combustíveis adquiridos a preços antigos, mas repassados ​​aos postos com preços reajustados, além da retenção deliberada de produtos à espera da novidade subida dos preços do petróleo.

“Há liberdade nos preços, mas não liberdade para fomentar danos. Qualquer excesso deve ser identificado e combatido”, enfatizou o secretário pátrio do Consumidor, Ricardo Morishita. Ele destacou o caráter inédito da integração entre órgãos uma vez que o Cade, a Herdade Federalista e a Polícia Federalista: “É um grupo de trabalho pátrio, com atuação coordenada e descentralizada”.

A origem da crise: a guerra afeta o fornecimento global
A raiz da pressão sobre os preços nas bombas brasileiras está a milhares de quilômetros de intervalo. Nas últimas semanas, o conflito entre Israel, os Estados Unidos e o Irão aumentou dramaticamente. Uma das consequências diretas foi o fechamento pelos iranianos do Estreito de Ormuz, rota por onde flui murado de 20% do petróleo mundial.

A retaliação mútua afetou infraestruturas críticas na região. Depois de Israel ter atacado South Pars (o maior campo de produção de gás procedente do mundo), o Irão respondeu bombardeando instalações em países vizinhos. A QatarEnergy reportou a devastação de 17% da sua capacidade de processamento de Gás Procedente Liquefeito (GNL) na cidade de Ras Laffan, com danos que levarão anos a reparar. Houve também ataques a um porto no Mar Vermelho, na Arábia Saudita, e a refinarias no Kuwait.

Porquê consequência direta, o barril de petróleo Brent (referência internacional) passou de murado de 60 dólares no início do ano para a máxima de 119,11 dólares na manhã desta quinta-feira (19). Na Europa, o gás procedente registou aumentos que chegaram aos 35%.

Impacto no Brasil e risco de inflação
O aumento das matérias-primas afeta diretamente a Petrobras, responsável por quase metade do preço do diesel no Brasil. A transmissão parcial desse aumento já é sentida: em unicamente uma semana, o preço médio do litro do diesel no país saltou mais de 11%, passando de R$ 6,08 para R$ 6,80.

O aumento dos preços do gasóleo tem um efeito em cascata na economia, afectando tudo, desde o transporte de mercadorias pelos camionistas até ao preço dos vitualhas nas prateleiras. Segundo o economista Fábio Romão, da Logos Economia, o aumento dos preços dos combustíveis pode aumentar 0,11 ponto percentual à inflação brasileira, cenário que o Governo Federalista tenta evitar em ano de eleições presidenciais.

Para sofrear os danos e dar margem de manobra à Petrobras, a União já havia reduzido a zero os impostos federais (PIS/Cofins) sobre o diesel e revalidado um subvenção de 30 bilhões de reais para produtores e importadores, garantindo um “desconto” de 0,64 reais por litro. Em troca, passou a tributar a exportação de petróleo bruto.

“Temos que preservar ao sumo a nossa população (…) adotando medidas fiscalmente neutras, com a menor mediação verosímil, mas garantindo que a população brasileira não caixa com o dispêndio da guerra”, Durigan explicou.

O impasse do ICMS
Porquê as medidas federais demonstraram efeito restringido, já que o PIS/Cofins representava unicamente 5% do valor final, o governo buscou o pedestal dos estados para reduzir o ICMS, que representa quase 20% do dispêndio do diesel na petardo.

Depois uma recusa inicial dos governadores em expulsar amplamente o imposto, uma novidade proposta está em cima da mesa: uma isenção temporária do ICMS unicamente para o diesel importado (que representa 27% do consumo pátrio), válida até o final de maio. O Governo Federalista se comprometeria a remunerar 50% da isenção tributária. O dispêndio estimado é de R$ 1,5 bilhão por mês para os cofres do Estado e de R$ 1,5 bilhão para a União.

O martelo sobre o tema será martelado no dia 27 de março, em reunião presencial no Confaz, em São Paulo. Até logo, uma vez que mais um passo no esforço de saneamento do setor, os estados concordaram em enviar ao Tesouro Federalista a lista de “devedores reincidentes” de ICMS do segmento de combustíveis, fechando a barreira contra a sonegação fiscal premeditado.

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