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Governo do ES apoia governo federalista em proposta de subvenção ao preço do diesel

Governo do ES apoia governo federal em proposta de subsídio ao preço do diesel

Governo do ES apoia governo federalista em proposta de subvenção ao preço do diesel

O governo do Espírito Santo se mostrou favorável à proposta do governo federalista de dividir o dispêndio de um subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel. A medida ocorre devido ao aumento do preço do barril de petróleo provocado pela guerra no Oriente Médio.

Segundo a Secretaria de Estado da Rancho (Sefaz), o Espírito Santo está disposto a contribuir para a redução de impostos na masmorra do diesel e manifestou base à proposta da União, que prevê a licença deste subvenção compartilhado ao combustível.

O tema foi discutido durante a 200ª Reunião Ordinária do Parecer Pátrio de Política Financeira (Confaz), realizada na última sexta-feira (27), em São Paulo, com a participação de representantes dos estados e do governo federalista.

Proposta do governo
O governo intensificou as negociações com os estados para tentar reduzir o preço do diesel importado, diante da subida dos preços internacionais do petróleo e da valorização do dólar.

O secretário executivo do Ministério das Finanças, Rogério Ceron, sustentou que é preciso agir rapidamente para sustar o aumento dos preços dos combustíveis.

“Não estamos impondo zero às receitas estaduais, mas é preciso tomar medidas além das já tomadas pelo governo federalista em relação ao diesel importado. Estamos vendo aumentos de preços e devemos agir rapidamente”Cerón afirmou.

ICMS zero está fora da tarifa
A atual proposta abandona a teoria inicial de reduzir a zero o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e agora prevê a licença de subvenção de 1,20 reais por litro de diesel.

Na prática, a partilha funciona assim:

  • A União paga R$ 0,60 por litro.
  • Os estados são responsáveis ​​pelo restante de R$ 0,60.

Com isso, o consumidor final paga menos pelo combustível sem que o ICMS seja totalmente eliminado.

Segundo o Ministério das Finanças, a medida duraria dois meses, até ao final de maio. Portanto, com impacto estimado em R$ 3 bilhões, também divididos entre os entes federativos.

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