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Eleitores poderão votar mesmo sem registro biométrico nas eleições de 2026 – Em Dia ES

Eleitores poderão votar mesmo sem registro biométrico nas eleições de 2026 – Em Dia ES

Eleitores poderão votar mesmo sem registro biométrico nas eleições de 2026 – Em Dia ES

Nas eleições de 2026, a identificação biométrica será utilizada em todos os locais de votação do Brasil uma vez que medida para fortalecer a segurança eleitoral e prevenir fraudes. Porém, os eleitores que não tiverem seus dados biométricos cadastrados ou que tiverem problemas na leitura da urna eletrônica não serão impedidos de votar. As orientações constam da Solução nº 23.759/2026 e foram detalhadas em edição da série Manual do Votante, publicada nesta quinta-feira (23), com o objetivo de orientar a população no processo de votação.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a biometria funciona uma vez que uma lanço suplementar para confirmar a identidade. Posteriormente apresentar documento solene com retrato, que pode ser físico ou o aplicativo e-Título, o sufragista com dados cadastrados é convidado a colocar o dedo no leitor de urna. A liberação do voto só ocorre posteriormente essa validação, procedimento que reduz o risco de uma pessoa tentar se passar por outra e atesta a autenticidade do voto.

Votar sem dados biométricos cadastrados
A norma eleitoral é expressa ao estabelecer que a escassez de registro biométrico não impede o manobra do recta de voto. Nestes casos, a autorização de voto do cidadão será realizada posteriormente confirmação da sua identidade pela mesa receptora. Posteriormente finalizar a votação, o sufragista será orientado a entrar em contato com o Tribunal Eleitoral ao final do pleito para coletar os dados.

Falhas no reconhecimento nas urnas
A falta de reconhecimento de impressões digitais no momento da votação também tem procedimentos alternativos previstos na solução. Caso a urna eletrônica não identifique a sensação do dedo, o mesário poderá repetir a leitura até quatro vezes. Se a dificuldade persistir, a equipe fará novas verificações.

Uma das medidas de contingência é solicitar o ano de promanação do sufragista e confrontar a resposta com a informação dos cadernos eleitorais. Se os dados coincidirem, a votação é autorizada. Nesta situação, a pessoa deverá assinar o caderno de votação ou registrar a sensação do dedo no papel, caso não saiba ou não possa assinar. O cidadão também será orientado a comparecer posteriormente à Justiça Eleitoral para atualizar sua ficha biométrica. A legislação prevê ainda outros procedimentos complementares de conferência em caso de dúvidas de identidade.

Dados recolhidos no registo eleitoral
A biometria faz segmento do processo de modernização das eleições brasileiras desde 2008. Durante o serviço presencial de arrolamento, revisão ou transferência de títulos, são coletados três dados principais para integrar o sistema: uma retrato de concordância com o padrão internacional ICAO, as impressões digitais dos dez dedos do cidadão (exceto em situações de impossibilidade física) e a assinatura digitalizada. Esses dados constituem a base que torna a identificação dos eleitores mais segura em todo o país.

manadeira da materia

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