Mãe diz que lucidez sintético abusou do fruto e depois tirou a vida dele
Alerta de ativação: Oriente texto trará uma história de depressão, que pode desencadear quem passa por situação semelhante. Caso você se identifique e tenha pensamentos de se machucar, procure ajuda médica ou ligue para o CVV – Meio de Valorização da Vida (relação 188).
Megan Garcia alega que um aplicativo de lucidez sintético foi responsável pela morte de seu fruto de 14 anos. Ele explicou que o chatbot usa alguns personagens de Game of Thrones para invocar a atenção dos usuários.
A mãe disse ainda que essa lucidez sintético abusou do fruto, deixando-o emocionalmente aluído. O menino começou a manifestar pensamentos suicidas e, para tristeza da família, faleceu.
A mulher morava com o fruto em Orlando, Flórida, Estados Unidos. Seu fruto passou alguns meses usando o aplicativo e trocava mensagens com o chatbot quase todos os dias.
Jovem teria se enamorado pela lucidez sintético
O caso foi parar na Justiça e nesta quarta-feira (23) todos os procedimentos foram arquivados. A suspeita é que o jovem Sewell Setzer III ficou obcecado pelo chatbot e até “se apaixonou” pela lucidez sintético.
O robô, chamado Dany, em homenagem à personagem de Emilia Clarke em Game of Thrones, trocava mensagens sempre com a jovem. A mãe do menino descobriu que algumas conversas eram íntimas.
O jornal publicou documentos sobre o caso.
O New York Times revelou alguns dos documentos sobre levante caso. A material conta que o jovem chegou a falar em tirar a própria vida ao usar o chatbot e que esse matéria sempre aparecia.
“Sewell, porquê muitas crianças de sua idade, não tinha maturidade ou capacidade mental para entender que o robô C.AI, na forma de Daenerys, não era real.” diz um dos documentos. Os advogados ainda tentam provar que o chatbot teve participação direta na morte do menino.
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