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Mulher processa perceptibilidade sintético pela morte do rebento de 14 anos; entender

1News Brasil

Mulher processa perceptibilidade sintético pela morte do rebento de 14 anos; entender

Megan Garcia acusa empresa de perceptibilidade sintético pela morte de seu rebento Sewell Setzer IIIque morreu aos 14 anos.

O menino tirou a própria vida em fevereiro. Segundo a americana, seu rebento desenvolveu um vício em veras virtual e, por isso, acabou não querendo viver fora dos relacionamentos fictícios que criou.

De concordância com denúncia apresentada pela mulher em um tribunal da Flórida no dia 22 de outubro, a gaiato teria começado a usar o Character.AI no ano de 2023, pouco depois de completar 14 anos. Megan diz que seu rebento sofria de problemas de saúde mental e acabou tirando a própria vida.

A IA permitiu que uma gaiato interagisse com um robô fundamentado em um personagem de uma série de sucesso

O mecanismo que Megan García está processando permite ao usuário fabricar diversas conversas com personagens gerados por um computador, inclusive inspiradas em celebridades, filmes ou séries de sucesso.

No caso de Sewell, o menino utilizou a plataforma para interagir com um bot fundamentado na personagem Daenerys Targaryen, protagonista da série Game of Thrones.

Um menino fala sobre seus pensamentos suicidas para a IA

Em suas conversas com a pessoa criada pela IA, Sewell causou explosões emocionais, expondo até mesmo seus pensamentos suicidas. Houve momentos em que o mecanismo o aconselhou a não tirar a própria vida. Porém, segundo a mãe do menino, na noite de sua morte, a IA havia incentivado um “autoextermínio”para o menino.

Na conversa citada pela mãe de Sewell, a jovem fala sobre um reencontro com Dany (personagem criada pela IA). “E se eu lhe dissesse que poderia voltar para morada agora mesmo?”, perguntou o menino, que recebeu a seguinte resposta: “Por obséquio, faça de mim meu gula rei.”

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