PL lançará campanha pátrio contra termo da graduação 6×1 e redução da jornada de trabalho
O Partido Liberal (PL) lança a campanha pátrio “O Brasil que funciona não pode parar” para se opor às propostas que prevêem o termo da agenda de trabalho 6×1 no Congresso Pátrio. A ofensiva, que contará com vídeos transmitidos na televisão e nas redes sociais, procura mobilizar os eleitores de direita e o sector empresarial sob o argumento de que a redução do horário de trabalho resultará em perdas económicas para os trabalhadores, principalmente aqueles com rendimentos mais baixos. O movimento ocorre no momento em que a Câmara dos Deputados instala, nesta quarta-feira (29), a percentagem peculiar para averiguar a taxa.
Segundo informações de bastidores publicadas pela pilar do Tela da Folha de S. Paulo, a estratégia medial do PL é humanizar o debate econômico e antecipar uma narrativa cautelosa antes das discussões no colegiado avançarem. Para tal, os primeiros vídeos da campanha contarão com depoimentos de mulheres que manifestarão a sua preocupação com possíveis reduções salariais. Um dos materiais afirma diretamente que “a redução da jornada de trabalho pode prejudicar a vida das mulheres trabalhadoras”.
O partido argumenta que os custos adicionais gerados aos empregadores com o termo da graduação 6×1 serão repassados indiretamente aos empregados. A posição, apoiada por setores do empresariado, contrasta com os textos atuais, que proíbem expressamente a redução de salários.
Pronunciação e exposição no Congresso
O partido intensificou o exposição de que o trabalhador “vai remunerar a conta”, em resposta às críticas que os parlamentares de Bolsonaro têm recebido nas redes sociais posteriormente a Percentagem de Constituição e Justiça (CCJ) revalidar a admissibilidade de uma das propostas. O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), descreveu a mobilização porquê uma medida eleitoral.
“Agora, num passe de mágica, Lula inventou, junto com alguns parlamentares de esquerda, a famosa agenda que vai resolver o problema do trabalhador brasílio: o termo da graduação de 6 para 1. Mentiras e enganos em ano eleitoral”, disse. o parlamentar falou.
A ofensiva também conta com o pedestal da liderança máxima do partido. Os presidentes do PL, Valdemar da Costa Neto, e da União Brasil, Antônio Rueda, já declararam intenção de atuar no processo. Anteriormente, o deputado Marco Feliciano (PL-SP) descreveu a resistência porquê um “kit de obstrução”, defendendo o protótipo atual. “Em democracias sérias e maduras, porquê os Estados Unidos da América e o Japão, todas as pessoas trabalham até tombar”, Feliciano disse.
Instalação da percentagem peculiar
Enquanto o PL prepara seu contra-ataque midiático, a Câmara dos Deputados avança na formalização do debate. Segundo informações da Escritório Brasil, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou para esta quarta-feira (29) a instalação da percentagem peculiar, que será presidida pelo deputado Alencar Santana (PT-SP) e terá Leo Prates (Republicanos-BA) porquê relator. O tribunal será constituído por 37 titulares e 37 suplentes, com prazo estatutário de até 40 sessões para enunciar parecer.
Motta sustenta que o diálogo inclui trabalhadores, empresários, Judiciário e pesquisadores para erigir um texto que garanta a redução da jornada de trabalho sem perda de salário, projetando até aumento de produtividade devido ao maior tempo de folga. A expectativa do presidente da Câmara e de Alencar Santana é que o tema seja votado na percentagem e no plenário de maio.
Os integrantes avaliarão diferentes frentes sobre o tema, promovido pelo movimento Life Beyond Work. Duas Propostas de Emenda Constitucional (PEC) tramitam em conjunto:
- A primeira, de Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe a redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais, com transição de 10 anos.
- A segunda, de autoria de Erika Hilton (PSOL-SP) e elaborada com o vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ), prevê a extinção do protótipo de seis dias de trabalho por um dia de folga (6×1) e estabelece graduação de quatro dias trabalhados (36 horas semanais).
Paralelamente à PEC, diante da possibilidade de um longo processo e obstrução da oposição liderada pelo PL, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso na semana passada um projeto de lei (PL) com urgência constitucional. A proposta do Planalto visa finalizar com a graduação 6×1 e reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Porquê tramita com urgência, o projeto deverá ser votado em até 45 dias, caso contrário a taxa do plenário da Câmara ficará bloqueada.
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