Brasil recebe novo mundial de surfe de ondas gigantes
“Minha parte é trazer o formato, e meu nome traz credibilidade junto aos atletas. Para mim, é ótimo porque o Brasil é profissional na organização de eventos. Tem federação, juízes, equipe de segurança na água e tudo aquilo que eu antes precisava levar comigo”, afirmou.
A escolha também tem um componente pessoal. Linden chegou ao Brasil pela primeira vez em 1972, depois de atravessar o Atlântico em um veleiro. A viagem acabou se transformando em uma relação duradoura com o país. Ele viveu no Brasil durante parte daquela década e mantém uma casa em Saquarema, no Rio de Janeiro.
Eu ficaria feliz em realizar o evento em qualquer lugar que tivesse a premiação e a organização necessárias. Mas nada me deixa mais feliz do que fazer isso no Brasil e surpreender o mundo Gary Linden
No ritmo do oceano
Ao contrário dos circuitos tradicionais, com etapas marcadas em datas e locais definidos com antecedência, a proposta do Big Wave Alliance, assim como todo campeonato de ondas grandes, é trabalhar com uma janela de espera e realizar a competição quando as condições estiverem no ponto ideal.
O formato foi pensado para tornar isso possível. Serão 12 homens, divididos em duas semifinais e uma final com seis surfistas, além de seis mulheres em uma final própria. Cada categoria terá US$ 25 mil em premiação.
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