Fifa publica estudo e mostra tendências da Copa: como o Brasil se encaixa?
Pressão pós-perda
De modo geral, as equipes realizaram a pressão pós-perda com menor frequência (49,0% dos momentos potenciais, em comparação com 52,7% na Copa do Mundo de 2022), mas apresentaram uma taxa mais elevada de recuperação da posse de bola (15,1%, contra 14,6% na Copa de 2022).
Ao iniciarem a pressão pós-perda, as seleções conseguiram limitar a chegada do adversário ao seu terço final a 24,7% das situações — uma redução em relação aos 28,8% registrados na Copa de 2022 —, demonstrando eficácia tanto em conter o avanço do oponente quanto em recuperar a bola.
Escanteios ofensivos
Houve 73 gols provenientes de bolas paradas (escanteios, cobranças de falta, pênaltis e cobranças de lateral longas) na Copa 2026. A proporção de gols do torneio provenientes de escanteios em relação a 2022 aumentou de 8,8% para 12,9%.
A eficiência em cobranças de escanteio curto cresceu, com um total de seis gols marcados (quatro a mais em relação à Copa 2022) e um crescimento nas tentativas de gol a partir de jogadas ensaiadas de escanteio curto na fase de grupos (+11% em relação a 2022, chegando a 65% em 2026).
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