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Fux aceita Flamengo em processos do STF sobre futuro das bets

Fux aceita Flamengo em processos do STF sobre futuro das bets

Fux aceita Flamengo em processos do STF sobre futuro das bets

Quando o Parlamento começar a debater a MP, não haverá mais o que preservar. (…) Nada do que se pretende alcançar em outubro de 2026 deixará de ser alcançável em 2027. Por outro lado, tudo o que se destruir em outubro de 2026 estará perdido em 2027. Trecho da petição do Flamengo

O documento ressalta que atletas medalhistas olímpicos e jovens promessas dependem dessa estrutura mantida pelos clubes. Segundo o clube, o corte abrupto dessas verbas pode forçar o cancelamento ou o enxugamento de programas esportivos em plena fase de preparação para os Jogos Olímpicos de 2028.

O Fla argumenta a dificuldade e o risco de cumprir o prazo de dez dias estipulado pelo governo para retirar marcas e anúncios do ar e de instalações físicas. A logística envolve uniformes confeccionados com meses de antecedência já comercializados e vestidos por torcedores, placas fixadas em estádios e transmissões de TV programadas durante as competições.

A diretoria calcula perdas de até R$ 430 milhões no próprio Fla, além de um prejuízo de cerca de R$ 2,5 bilhões em todo o futebol nacional.

O Flamengo ainda reforçou o argumento de que proibir as empresas reguladas não extingue as apostas, mas estimula a migração para plataformas clandestinas e ilegais.

O rubro-negro é o primeiro clube a, diretamente, ingressar no STF para reforçar a discussão contra a decisão recente do governo. Os clubes, até agora, só tinham se manifestado em notas oficiais e no movimento de esvaziar a reunião que chegou a ser marcada pelo ministério do Esporte, em Brasília.

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