Gestora de sócio torcedor critica São Paulo e promete ‘medidas cabíveis’
Confira o comunicado da Feng enviado à coluna
A Feng atua desde 2021 na gestão do programa Sócio Torcedor do São Paulo Futebol Clube, em uma parceria pautada por transparência e por resultados expressivos. Sob nossa gestão, a receita anual do programa saltou de R$ 7 milhões para mais de R$ 50 milhões, conforme os balanços do clube. No mesmo período, o ticket médio passou de R$ 31 para R$ 93,13, e a base de sócios cresceu de 12 mil para os atuais 44,6 mil.
Esses números são fruto de um trabalho técnico contínuo, que vai muito além do fornecimento de software. Ao longo da parceria, a Feng foi responsável pela pesquisa e inteligência de torcedor, pelo redesenho dos planos e pela nova plataforma de gestão de receita recorrente. Também implementou a mecânica de pontos, experiências e resgates, o sistema de rating para prioridade na compra de ingressos e a comunicação permanente do programa. Tudo isso, sempre, impulsionado pela força da torcida são-paulina.
Como cada clube adota critérios próprios para contar seus sócios, a comparação mais justa entre programas é a receita registrada nos balanços. Por esse critério, um levantamento da Feng com base nas demonstrações financeiras de 2025 mostra o São Paulo como o 3º clube do país em receitas com sócios e o 4º quando somada a bilheteria. Em receita exclusiva de sócio-torcedor, o clube aparece em 5º, posição que também reflete diferenças na forma como cada clube contabiliza essas receitas.
A diferença de critérios fica clara no ticket médio. O Atlético-MG, que divulga mais de 130 mil sócios, registrou R$ 36,4 milhões com seu programa em 2025, cerca de 35% abaixo do São Paulo, o que equivale a um ticket médio de aproximadamente R$ 23, quatro vezes menor que o são-paulino. O Palmeiras, com mais de 170 mil sócios divulgados, teria pela mesma conta um ticket médio de cerca de R$ 36, 2,6 vezes menor.
A Feng reconhece que o programa precisa seguir evoluindo e entende as críticas de parte da torcida, muitas delas ligadas a fatores que envolvem toda a experiência do torcedor com o clube, como a venda de ingressos e o acesso aos jogos no Morumbis. Foi justamente para responder a essas críticas que, a pedido da direção de Marketing do clube, a Feng estruturou em 2026 uma agenda de evolução para 2027. A agenda teve sua linha geral aprovada e incluía o lançamento do aplicativo do Sócio Torcedor, já desenvolvido, novos planos e a ampliação de benefícios. Paralelamente, a Feng construiu o Data Lake de torcedores do clube. Já em operação, ele reúne mais de 1 milhão de torcedores cadastrados e integra dados de sócio-torcedor, ingressos e e-commerce, um ativo estratégico que vai além do próprio programa.
Share this content:


