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Oscar Schmidt, a “Mão Santa”, morre aos 68 anos em São Paulo

Oscar Schmidt, a “Mão Santa”, morre aos 68 anos em São Paulo

Oscar Schmidt, a “Mão Santa”, morre aos 68 anos em São Paulo

A mito do basquete brasílico, o ex-jogador Oscar Schmidt, morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. Sabido porquê “Mão Santa”, ele eternizou a camisa 14 da Seleção Brasileira.

A informação foi confirmada pela assessoria de prensa do Oscar.

Oscar foi transferido para o Hospital Municipal de Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), depois passar mal, mas não sobreviveu.

De conformidade com postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada depois a cirurgia. No início de abril, o rebento de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagens no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasiliano (COB).

Oscar lutou contra um tumor cerebral por 15 anos.

A assessoria informou que o velório será fechado para a família.

Nas redes sociais, o rebento de Oscar postou uma homenagem ao pai. “Porquê rebento, só posso expressar: pai, vou sentir sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser porquê varão e tentar ser pelo menos 10% do ser humano que você foi.escreveu Felipe Schmidt.

Curso
Oscar Schmidt, sabido mundialmente porquê Mão Santa, foi um dos nomes mais importantes da história do basquete.

Detentor do recorde brasílico de participação olímpica, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único desportista a ultrapassar a marca dos 1.000 pontos na história da competição.

Pela seleção conquistou três Sul-Americanos e um Pan, além do bronze na Despensa do Mundo de 1978.

Ícone do esporte internacional, fez secção do Hall da Renome da FIBA ​​​​e, de forma inédita, também do Hall da Renome da NBA, mesmo nunca tendo disputado a liga.

Reconhecido por sua genialidade e impacto universal, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

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