Carregando agora

Por que mesmo Matheus Cunha foi de essencial a descartado na seleção?

Julio Gomes

Por que mesmo Matheus Cunha foi de essencial a descartado na seleção?

Não é que a temporada de Matheus Cunha esteja sendo excepcional no Manchester United. Nesta terça, ele fez dois gols pela primeira vez e foi crucial na incrível virada de 0 a 2 para 3 a 2 do time inglês sobre a Roma, pela Liga dos Campeões da Europa. Mas antes, convenhamos, haviam sido só outros dois gols, contra Fulham, pela Premier League, e contra o Sabah, também na Champions. A temporada do United como um todo é uma porcaria e parece que o técnico Michael Carrick se salvou da demissão justamente pela virada. Matheus Cunha acaba sendo vítima em um time que não funciona.

Agora, ser ou não titular, estar ou não fazendo uma boa temporada, isso tudo não parece ser o critério principal de Carlo Ancelotti na anterior e na atual convocações para o novo ciclo da seleção brasileira. E é um pouco difícil entender o total esquecimento de Cunha.

Ele chegou aos Estados Unidos como titular. Perdeu a posição para Igor Thiago na estreia, feito bizarro que Ancelotti corrigiu a partir da segunda partida. Apesar dos dois gols contra o Haiti, foi substituído em todos os quatro jogos em que foi titular. De essencial a esquecido? Matheus Cunha pode não ser um Cristiano Ronaldo, mas tem só 27 anos, joga em um clube enorme, na principal liga do mundo, tem experiência de Copa e Olimpíada, é um rapaz claramente inteligente (diferente da maioria) e acho que descartá-lo é um exagero.

Share this content:

Desenvolvido por Angels Publicidade