Roberto Spighel aponta motivos de atletas brasileiros estarem trocando o país pelos EUA
A busca por valorização e novas oportunidades na carreira muitas vezes exige mais do que dedicação – exige estrutura e planejamento. É por isso que uma tendência vem transformando os bastidores do meio esportivo: a migração definitiva de atletas de diversas modalidades do Brasil para os Estados Unidos.
Muito além de intercâmbios ou temporadas isoladas de competição, esses esportistas estão mudando de país em busca do tão falado “sonho americano”, motivados pelo ecossistema financeiro e pela estabilidade que o mercado estadunidense oferece.
Os Estados Unidos possuem um dos cenários mais promissores do mundo para quem está no esporte. O país investe de forma massiva na integração entre educação, clubes e ligas, movimentando bilhões de dólares todos os anos.
Além das instalações de excelência, os atletas encontram no mercado americano segurança financeira, oportunidade de patrocínios e a possibilidade real de continuar trabalhando na área mesmo após encerrarem a rotina de competições, atuando como técnicos, preparadores ou gestores.
O que muitos esportistas ainda desconhecem é que a barreira migratória pode ser superada de forma totalmente legal. O governo americano possui caminhos específicos criados para atrair e reter talentos globais, impulsionando o esporte no país por meio de vistos que podem levar direto ao cobiçado Green Card.
Com um histórico robusto e milhares de processos aprovados, a Morar EUA tornou-se referência absoluta no mercado ao conectar brasileiros com trajetória de destaque às oportunidades em solo americano. Fundador e CEO da empresa, Roberto Spighel falou sobre os atletas que fazem esse processo.
“Os Estados Unidos valorizam muito quem dedica a vida ao esporte. O país sabe que, para manter sua cultura esportiva forte, precisa atrair profissionais de várias modalidades, seja para competir, estruturar clubes ou treinar as novas gerações. Por isso, existem caminhos facilitados para quem tem bagagem no meio esportivo”, explicou.
A grande vantagem dessa categoria de visto está no fato do atleta não precisar de uma oferta prévia de emprego para imigrar. O próprio histórico esportivo serve como passaporte para o processo. No entanto, por falta de informação, muitos esportistas acabam deixando passar a chance de mudar de vida.
“Existe um mito de que apenas medalhistas olímpicos ou campeões mundiais conseguem um visto de residência nos EUA. Isso afasta muitos atletas que teriam totais condições de imigrar legalmente”, ressaltou Spighel, antes de completar:
“Um esportista que tem um bom histórico na sua modalidade, com conquistas regionais, nacionais ou relevância no seu meio, pode sim ter um perfil competitivo. Cada carreira é única, e o primeiro passo é entender como apresentar essa trajetória para a imigração americana”.
Para o mercado americano, a chegada desses profissionais fortalece academias, escolinhas e competições locais. Para o atleta brasileiro, de qualquer modalidade, representa a chance de construir um futuro seguro, em um país onde o esporte é reconhecido e recompensado como profissão.
*Por Yuri Donegate

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