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Wembanyama critica promoção de apostas esportivas por jogadores da NBA: “Muito triste”

Wembanyama critica promoção de apostas esportivas por jogadores da NBA: “Muito triste”

O astro francês Victor Wembanyama, do San Antonio Spurs, afirmou que não pretende se associar a empresas de apostas esportivas e criticou colegas da NBA que promovem esse tipo de negócio.

As declarações foram feitas uma semana depois de LeBron James fechar um acordo com a plataforma de mercados de previsão Polymarket. O veterano já havia trabalhado anteriormente com a empresa de apostas esportivas DraftKings.

“Nunca farei isso”

Questionado sobre a possibilidade de firmar contratos semelhantes, Wembanyama foi categórico.

“De jeito nenhum. Nunca farei isso”, afirmou.

O pivô de 22 anos disse ainda que se sente incomodado ao ver atletas participando de campanhas ligadas ao setor de apostas.

“Honestamente, acho muito triste ver alguns jogadores promovendo isso. Cada um faz o que quiser, mas comigo não contem”, declarou.

A posição do francês contrasta com a de outras estrelas da liga. Kevin Durant, por exemplo, atua como embaixador da FanDuel, enquanto Giannis Antetokounmpo é investidor e garoto-propaganda da plataforma Kalshi.

“Inspirar as pessoas”

Atualmente, as regras da NBA permitem que jogadores tenham parcerias comerciais com empresas de apostas e mercados de previsão. A única restrição é a promoção de apostas relacionadas diretamente a jogos e eventos da própria liga.

Considerado uma das principais estrelas da nova geração, Wembanyama vive um momento de forte valorização dentro e fora das quadras. Após liderar o San Antonio Spurs até as Finais da NBA em sua terceira temporada na liga, o francês assinou uma extensão contratual máxima de cinco anos e US$ 252 milhões com a franquia.

Além disso, renovou seu vínculo com a Nike, acordo que prevê o lançamento de uma linha própria de tênis. O jogador também mantém parcerias com marcas como Louis Vuitton e Fanatics.

Apesar das oportunidades financeiras, Wembanyama afirmou que busca escolher seus patrocinadores com base no impacto que pode gerar sobre os fãs.

“Obviamente ganhamos milhões e milhões. Mas esse não é nosso maior patrimônio. Nossa maior força é a capacidade de inspirar as pessoas. E eu quero inspirar de forma positiva”, concluiu.

*Conteúdo produzido pela AFP

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