Depois citações no celular de banqueiro, Toffoli se distancia de processos ligados ao Banco Master
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federalista (STF), se declarou suspeito de participar do processo que decidirá se a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro será referendada pela Incisão. O julgamento acontecerá em sessão virtual da Segunda Turma do Tribunal, com início previsto para as 11h desta sexta-feira (13).
“Tendo em vista que há reciprocidade entre as matérias envolvidas naquele caso e as constantes dos autos do Pet nº 15.556/DF, declaro minha suspeição nos termos do cláusula 145, § 1º, do Código de Processo Social, por motivos íntimos, a partir desta período investigativa”ele decidiu.
Com a desistência de Toffoli do processo, a decisão do ministro André Mendonça de prender Vorcaro será decidida com os votos dos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux e Nunes Marques.
IPC do Banco Rabi
Na decisão, o ministro também se declarou intrigado ao julgar o mandado de segurança que procura obrigar a Câmara dos Deputados a instalar uma Percentagem Parlamentar de Questionário (CPI) para apurar a fraude no Banco Master.
Toffoli foi eleito relator da ação de instalação da CPI nesta quarta-feira (11), por meio do sistema eletrônico de distribuição de processos do Tribunal. Apesar de ter deixado voluntariamente o função de relator do sindicância de fraude na Master, Toffoli não havia se dito impedido de participar de novos processos. Desta forma, o processo foi distribuído entre todos os ministros.
O ministro Cristiano Zanin foi escolhido para reportar a ação depois a sintoma de Dias Toffoli.
No mês pretérito, Toffoli abandonou a denúncia do caso depois que a Polícia Federalista (PF) informou ao presidente do STF, Edson Fachin, que há menções a Toffoli em mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, das quais aparelho foi apreendido durante a primeira período da Operação Conformidade Zero, lançada no ano pretérito.
Toffoli é um dos parceiros do resort Tayayá, localizado no Paraná. O projeto foi adquirido por um fundo de investimento vinculado à Master e investigado pela PF.
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