Bolsonaro dá ingresso na UTI de Brasília com broncopneumonia
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado na manhã desta sexta-feira (13) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Star DF, em Brasília, em seguida ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem por aspiração. O político de 71 anos, que cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Província Federalista, sabido uma vez que “Papudinha”, foi rapidamente transferido de ambulância em seguida apresentar vômitos, febre subida, subtracção da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios nas primeiras horas da manhã.
Diagnóstico e internação.
O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 7h40 para atender suspeita de pneumonia na unidade correcional. Bolsonaro chegou ao hospital às 8h50 em uma ambulância do Serviço de Atendimento Traste de Urgência (Samu).
Segundo boletim divulgado pela equipe médica do hospital e compartilhado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, exames de imagem e laboratoriais confirmaram a infecção. O documento informa que o ex-presidente está na UTI “em tratamento com antibioticoterapia intravenosa e suporte galeno não invasivo”, sem a premência de cirurgia ou dispositivos uma vez que respiradores artificiais.
Em relatório anterior enviado ao Supremo Tribunal Federalista (STF), a equipe médica classificou o caso uma vez que “Quesito suspeita de broncopneumonia aguda de provável origem aspirativa (recidiva).” O hospital informou que ele permanecerá internado para ininterrupção do tratamento e reavaliações periódicas. Aliás, a unidade de saúde disponibilizou um avião privado para transportar a equipe médica do ex-presidente de Brasília a São Paulo.
O que é broncopneumonia?
A broncopneumonia é uma infecção que se espalha para diversas partes dos pulmões, afetando as pequenas estruturas responsáveis pela passagem do ar, uma vez que bronquíolos e alvéolos.
Geralmente causada pela invasão de bactérias, vírus ou fungos, a doença também pode aumentar gripes, resfriados e infecções respiratórias mal tratadas. Entre os principais sintomas registrados para a requisito estão:
- Tosse seca ou catarro grosso.
- Febre subida acompanhada de calafrios e sudorese.
- Dor no peito ao tossir ou respirar profundamente.
- Falta de ar, dificuldade em respirar ou chiado no peito.
- Cansaço extremo, fraqueza e dores no corpo.
- Mal-estar universal, falta de gosto, dor de cabeça e tontura.
- Confusão mental ou delírios, principalmente em pacientes idosos.
Restrições, segurança e decisões do STF
Com a internação, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, autorizou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro a atuar uma vez que acompanhante do marido no hospital. A decisão judicial também permitiu visitas da filha, da enteada e dos filhos com procuração parlamentar: o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro.
Moraes, porém, determinou normas rígidas de segurança. A Polícia Militar do Província Federalista deverá realizar vigilância e fiscalização 24 horas por dia, com equipes de plantão e pelo menos dois policiais militares estacionados na porta do quarto do paciente, além de outras equipes dentro e fora do prédio. O ministro também proibiu expressamente a ingresso de celulares ou quaisquer outros aparelhos eletrônicos na sala da UTI.
Reações da resguardo e da família
O senador Flávio Bolsonaro visitou o pai esta manhã e relatou seu estado de saúde nas redes sociais, afirmando que acordou com calafrios e vômitos abundantes, mesmo em seguida chegar ao hospital.
“Falei rapidamente com os médicos. Eles disseram que seus pulmões nunca se encheram tanto de líquido por aspiração”, declarou o senador ao deixar o DF Estrella. Flávio também afirmou que “O mínimo que eu poderia ter é prisão domiciliar humanitária.”
A resguardo do ex-presidente aproveitou o incidente para reiterar o pedido de cumprimento da pena em vivenda. O legisperito Paulo Cunha Bueno publicou nas redes sociais que Bolsonaro precisa “cuidados e precauções que nunca podem ser dispensados em qualquer estabelecimento penitenciário, por melhores que sejam as condições”.
História médica e contexto prisional.
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Ele está represado desde janeiro na Papudinha, unidade que conta com médicos 24 horas, escora de fisioterapia, bar de escora ao leito e cozinha própria. Ele foi transferido para aquele lugar a pedido de seus advogados em seguida passar mal e maltratar a cabeça em um traste da cubículo da Superintendência da Polícia Federalista.
Desde o ataque com faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018, o ex-presidente tem enfrentado problemas recorrentes no sistema estomacal, que levaram a diversas cirurgias. Em dezembro de 2025 foi submetido a procedimento de correção de alça intestinal no DF Star, além de intervenções no tendão frênico para controle de soluços e tratamentos para apneia do sono. Em setembro de 2025 ele já havia sido internado em seguida apresentar vômitos, tonturas e queda da pressão arterial.
No dia 5 de março, a Primeira Câmara do STF negou por unanimidade o pedido da resguardo para transferir Bolsonaro para prisão domiciliar. O avaliador apoiou a decisão do relator, Alexandre de Moraes, com base em laudo de junta médica da Polícia Federalista. O documento atesta que as instalações prisionais atendem plenamente às necessidades do recluso. Em seu voto, Moraes destacou a disponibilidade de serviços médicos contínuos e mencionou que uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica no ano anterior também impediu a licença do favor.
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