Brasil e China assinam convenção para duplicar produção de vacinas no SUS
O Governo Federalista, por meio da Instalação Oswaldo Cruz (Fiocruz), assinou no início desta semana um memorando de entendimento com a empresa chinesa WuXi Biologics para ampliar a fabricação de vacinas destinadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). O convenção foi assinado na China pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante missão solene, e visa fortalecer o Multíplice Econômico-Industrial da Saúde e a consequente redução da submissão externa brasileira em relação a insumos estratégicos.
Capacidade de produção e tecnologia
O documento estabelece as bases para uma cooperação internacional estruturada em pesquisa, desenvolvimento tecnológico, treinamento e produção de imunobiológicos. A parceria abrange a emprego de tecnologias avançadas de manufatura e graduação industrial, uma vez que Manufacturing Sciences and Technology (MSAT), consideradas estratégicas para a modernização do parque produtivo pátrio.
A diretora de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Rosane Cuber Guimarães, explicou que a abordagem viabiliza novas frentes de trabalho para o país. “Assinamos um memorando de entendimento com a WuXi Biologics que abre um meio de cooperação estratégica e nos permite seguir para uma parceria que pode inclusive viabilizar a fabricação de vacinas, ampliando significativamente a nossa capacidade de produção”, ele afirmou.
A expectativa atual é que a capacidade de produção de Bio-Manguinhos possa vergar. O volume final, porém, dependerá das vacinas que ainda serão priorizadas para o projeto.
Etapas do convenção e comitê bilateral
A acto conjunta abrangerá as fases críticas da prisão de produção da imunização. O projecto prevê o intercâmbio de investigadores e equipas técnicas, a partilha de documentação especializada e o desenvolvimento de projetos em conjunto.
Para prometer a realização e o comitiva das iniciativas previstas, o Ministério da Saúde anunciou a geração de uma percentagem de coordenação bilateral. Oriente grupo terá a função de proferir a informação entre as instituições, seguir os projetos e estimar os resultados da cooperação. O prazo inicial do memorando é de cinco anos e inclui possibilidade de prorrogação, enquadrando-se no contexto da cooperação científica e tecnológica estabelecida entre Brasil e China.
Respostas às demandas de saúde
O fortalecimento da base industrial visa proporcionar proteção à população com respostas mais ágeis às demandas de saúde pública. Durante a assinatura, o ministro Alexandre Padilha destacou as implicações práticas do convenção para os usuários da rede pública.
“Estamos ampliando e qualificando nossa parceria com um dos maiores produtores de vacinas do mundo. A Fiocruz assina um memorando estratégico com a WuXi que nos permite seguir tanto na produção de vacinas brasileiras, com suporte da capacidade industrial chinesa, quanto na cooperação para transferência de tecnologia e desenvolvimento conjunto. declarou o ministro.
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