Lula rebate Trump, chama-o de imperador e diz: ‘Não interfira nas eleições do Brasil’
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (17), em coletiva de prensa na Europa depois a cúpula do G7, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atua uma vez que imperador e deve se impedir de interferir nas questões eleitorais brasileiras. A reação veio depois que Trump descreveu a situação política do Brasil uma vez que complicada e perigosa, além de sugerir barreiras tarifárias ao negócio entre as duas nações. O presidente brasiliano respondeu às declarações defendendo o sistema vernáculo de votação eletrônica e reforçando a autonomia do país nas suas decisões internas.
A sintoma de Lula foi motivada pelos comentários de Trump em Évian-les-Bains, França. Na ocasião, o líder americano mencionou ter ouvido falar que “Bolsonaro Jr” foi recluso por sua atuação nas pesquisas eleitorais depois um pronunciamento no Texas. A fala de Trump fez referência indireta a Eduardo Bolsonaro, sentenciado pelo Supremo Tribunal Federalista (STF) a quatro anos e dois meses de prisão por filtração durante o processo, embora resida nos Estados Unidos desde 2025 e não tenha sido recluso. Lula atribuiu o erro ao ignorância do presidente dos EUA sobre a verdade política do Brasil, apontando que Trump só conhece o país através da sua relação com a família Bolsonaro.
“As eleições brasileiras são problema do Brasil. Assim uma vez que as eleições americanas são problema deles. Não é problema meu”, declarou Lula, acrescentando que Trump “Você ainda pode gostar do Bolsonaro, do pai, do rebento, do neto, sem problemas.” O presidente brasiliano também sugeriu que o sistema eleitoral dos Estados Unidos poderia aprender com o padrão adotado no Brasil, destacando a rapidez de descrição das urnas eletrônicas brasileiras.
Documentos entregues e negociações tarifárias.
A pouquidade de uma reunião bilateral formal entre os dois chefes de Estado foi descrita por Lula uma vez que revérbero de um processo de negociação mercantil ainda em acessível, liderado pelo chanceler Mauro Vieira e pelo ministro da Indústria e Transacção, Márcio Elias Rosa, juntamente com os seus homólogos norte-americanos. Apesar da falta de audiência privada, o que Lula descreveu uma vez que uma atitude descarada por secção de Trump, o presidente brasiliano entregou pessoalmente quatro documentos institucionais escritos ao líder americano.
Os textos entregues abrangem negócio bilateral, cooperação na dimensão de terras raras e minerais críticos, ações de combate ao delito organizado e traslado do negócio nuclear com o Irã mediado por Brasil, Turquia e Irã em 2010. Lula explicou que optou pelo expediente escrito para prometer a fixação das propostas apresentadas.
Críticas ao delito organizado e ao tráfico de armas
O presidente brasiliano também aproveitou o encontro para responder a decisão do governo dos EUA de qualificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) uma vez que organizações terroristas, medida anunciada recentemente pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Lula argumentou que tais grupos buscam vantagens financeiras e não depoimentos ou confrontos ideológicos contra o Estado, diferenciando o contexto vernáculo do terrorismo internacional.
Ou por outra, Lula exigiu ação mais enérgica de Washington contra o tráfico de armas e a lavagem de quantia, afirmando que as armas apreendidas pela Polícia Federalista no Brasil têm origem em Miami e apontando o estado de Delaware uma vez que rumo da lavagem de recursos de criminosos brasileiros.
Posicionamento entre potências globais
Ao detalhar a inserção econômica do Brasil, Lula abordou a disputa mercantil entre Estados Unidos e China, manifestando oposição a uma novidade dinâmica da Guerra Fria. O presidente apresentou dados sobre a balança mercantil do Brasil para justificar parcerias estratégicas, citando um excedente de 165 milénio milhões de dólares com Pequim, em contraste com um défice de 10 milénio milhões de dólares no negócio com os Estados Unidos. Segundo ele, os avanços chineses nos mercados latino-americanos e africanos são resultado do vácuo de investimentos deixado pelos países ocidentais. Lula propôs que as amplas discussões comerciais fossem transferidas para o fórum do G20, que nascente ano tem a presidência americana.
Resguardo da regulação do dedo no G7
Durante os compromissos de trabalho do G7 focados na lucidez sintético e na proteção de menores, Lula defendeu a premência de regular as plataformas digitais uma vez que mecanismo de proteção dos direitos fundamentais e de combate ao delito cibernético. O presidente alertou para os riscos do uso prejudicial da tecnologia, citando exposição de ódio, desinformação e exploração de pessoas vulneráveis.
Porquê exemplo de iniciativa governamental, ele citou o Regimento Do dedo da Párvulo e do Juvenil (ECA Do dedo), destacando dados da Unicefque mostram que uma em cada cinco crianças e adolescentes de 12 a 17 anos no Brasil já foi vítima de doesto online. Apontou também o impacto da violência do dedo contra as mulheres no país, que afecta murado de 8,8 milhões de cidadãos, e defendeu que a governação global sobre os dados gerados localmente permanece sob a soberania e os benefícios económicos de cada região, sob a coordenação do sistema das Nações Unidas.
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