Governo decreta bloqueio financeiro de plataformas de apostas ilegais no país
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta sexta-feira (19), em Brasília, decreto que determina o bloqueio inesperado de recursos financeiros de casas de apostas não autorizadas pelo Ministério da Herdade. A ação, viabilizada graças à Lei Antifacções recentemente aprovada, visa reprimir a atividade do transgressão organizado no setor e proteger os consumidores, transferindo definitivamente os valores confiscados para o Fundo Vernáculo de Segurança Pública posteriormente o processo processual.
O governo classifica uma vez que clandestinos os sites que operam fora das regulamentações legais, sem recolher impostos, sem remunerar o subvenção de R$ 30 milhões e que não respeitam o sistema de autoexclusão de usuários. Segundo o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, entre 41% e 51% das plataformas que operam no Brasil são ilegais.
“O transgressão organizado tem incentivos para transmigrar para leste setor e é fundamental que o governo e os órgãos do Estado atuem fortemente nessa perspectiva. E é esse esforço que estamos fazendo cá”, declarou o ministro da Justiça, destacando que muro de 25,2 milhões de brasileiros apostam nesses canais irregulares.
Bloqueio bancário passo a passo
Para implementar a medida, o Ministério da Herdade estruturou um fluxo de notícia direta com o sistema financeiro, sob conhecimento do Banco Médio (BC). O processo ocorrerá nas seguintes etapas:
- EU IA: A Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) identifica a operação não autorizada e emite decisão.
- Notificação: As instituições financeiras e de pagamento são oficialmente ativadas pela secretaria.
- Congelando: Os bancos têm 24 horas para bloquear valores em contas relacionadas à empresa e impedir novas transações.
- Prova: As entidades financeiras deverão reportar o cumprimento do bloqueio em até 48 horas.
O processo administrativo ficará a missão da Secretaria Vernáculo de Segurança Pública (Senasp), que garantirá ampla resguardo aos envolvidos. Em seguida a decisão final sobre o confisco dos bens, a Advocacia-Universal da União (AGU) ajuizará a ação de desapropriação.
O secretário executivo do Ministério da Herdade, Darío Durigan, explicou que a SPA já havia solicitado à Filial Vernáculo de Telecomunicações (Anatel) o fechamento de quase 50 milénio sites irregulares. Segundo ele, por trás dessas páginas estavam muro de 300 gestores que utilizavam 37 instituições financeiras, em sua maioria fintechs com pouca fiscalização, para processar pagamentos.
“Mal a instituição financeira receber esta novidade notificação, a obrigação legítimo entra em vigor, devendo a instituição financeira bloquear todas as contas que identificou através das quais estas apostas ilegais foram utilizadas”, Durigan explicou.
Responsabilidade solidária e punição de influenciadores
Paralelamente ao decreto, o governo publicou nesta quinta-feira (18) a Portaria nº 1.766/2026, que estabelece a responsabilidade tributária solidária das instituições de pagamento que autorizam operações de apostas não licenciadas. A Herdade Federalista informará o SPA e recolherá dos bancos os impostos que as casas de apostas deverão remunerar.
Pessoas físicas e jurídicas que promovem plataformas ilegais também são alvos. O Ministério das Finanças anunciou que já foram retirados do ar muro de 800 perfis de influenciadores e personalidades para promoção destes serviços. A punição para esta violação inclui o pagamento de impostos.
Operação no Rio Grande do Setentrião
As ações do governo coincidem com operações policiais em todo o país. Na quinta-feira (18), a Operação Quina da Sorte desmantelou sites clandestinos que funcionavam sob licenças irregulares emitidas pelo município de Bodó (RN), cidade de pouco mais de 2,3 milénio habitantes.
A loteria municipal LotSeridó licenciou 37 localidades no período de dez meses. O Ministério Público indicou a arrecadação de R$ 8,3 milhões em impostos municipais, o que indica uma receita declarada de R$ 415 milhões para as empresas investigadas. Durigan destacou que o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federalista (STF) para prometer o cumprimento da lei e limitar o poder de licenciamento de municípios e estados.
Reação do setor e perfil dos apostadores
A ofensiva contra o mercado irregular foi recebida positivamente pelas entidades representativas do setor regulado. A Associação Vernáculo de Jogos e Loterias (ANJL), a Zetta e o Instituto Brasílio de Jogo Responsável (IBJR) publicaram notas de suporte, destacando que o esgotamento das operações clandestinas combate a sonegação fiscal, protege as empresas legalizadas e aumenta a segurança dos usuários.
O fator segurança reflete uma preocupação crescente entre os consumidores. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha realizada em maio deste ano, a percepção de que as apostas online são um vício tem oscilado para cima, passando de 54% em 2024 para 57% hoje. A pesquisa, que entrevistou 1.970 pessoas, indica que 30% da população considera a atividade um desperdício de verba, enquanto unicamente 6% a considera divertida e 1% a vê uma vez que um investimento.
A investigação também destacou mudanças na origem dos recursos utilizados. A utilização da poupança para financiar apostas caiu de 22% para 19% nos últimos dois anos. O financiamento com cartão de crédito caiu de 15% para 10% e o uso de verba emprestado caiu de 15% para 8%. A proporção de adultos brasileiros que declaram jogar ativamente permanece em 7%, ou seja, muro de 14 milhões de pessoas, sendo a maioria de perfis jovens e masculinos.
Segundo o Ministério da Justiça, muro de 700 milénio brasileiros já buscaram ajuda ativamente, por meio do botão de autoexclusão da plataforma de apostas disponível no portal solene do governo federalista.
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