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O governo Lula cumpre mais de 70% das promessas feitas na campanha de 2022; confira tiro – Em Dia ES

O governo Lula cumpre mais de 70% das promessas feitas na campanha de 2022; confira balaço – Em Dia ES

O governo Lula cumpre mais de 70% das promessas feitas na campanha de 2022; confira tiro – Em Dia ES

Neste primeiro período de três anos e meio de gestão em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu integralmente 26 das 36 promessas feitas na disputa eleitoral de 2022. Os dados fazem segmento de levantamento divulgado nesta quarta-feira (22) pelo portal g1 e revela o cumprimento de 72,22% dos compromissos, incluindo a aprovação da reforma tributária e da isenção do Imposto de Renda, perante 16,67% das propostas que ainda não se concretizaram.

O mapeamento, realizado por jornalistas do projeto Promessas de Políticos, avaliou as ações do Executivo entre 1º de janeiro de 2023 e 30 de junho de 2026. A metodologia classifica os compromissos em três etapas: cumpridos (sem pendências), parcialmente cumpridos (com pendências) e ainda não cumpridos.

Segundo pesquisa do g1, o cenário atual das 36 promessas presidenciais está dividido da seguinte forma:

  • 26 concluídos integralmente: equivalente a 72,22% do totalidade.
  • 4 parcialmente cumpridos: representam 11,11%.
  • 6 não cumpridos: totalizando 16,67% dos compromissos.

Economia, impostos e conforto financeiro
Na espaço económica, o governo conseguiu fazer proceder as propostas centrais da campanha. O Congresso Pátrio aprovou, com base do Executivo, a reforma tributária em 2023, que substituiu cinco tributos por um padrão fundamentado na Imposto sobre Bens e Serviços (CBS) e no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (IBS). A medida reduziu a zero os impostos sobre medicamentos e provisões da cesta básica e instituiu um sistema de retorno financeiro para famílias de baixa renda (cashback).

Outro ponto foi a promessa de isentar do Imposto de Renda os trabalhadores que recebem até R$ 5 milénio por mês. A proposta foi enviada ao Legislativo em março de 2025 e aprovada em novembro do mesmo ano, criando também uma filete de isenção parcial para salários de até R$ 7.350.

No que diz reverência à dívida da população, a promessa de renegociação resultou no programa Desenrola Brasil. Segundo o Ministério da Rancho, a iniciativa tirou mais de 15 milhões de pessoas da inadimplência desde julho de 2023, renegociando R$ 53,2 bilhões. Em maio de 2026 foi lançado o “Novo Desenrola”, voltado para brasileiros com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105).

A gestão também retomou a política de aumento do salário mínimo, que agora leva em conta a inflação (INPC) e o desenvolvimento do PIB, embora o marco fiscal limite a correção a 2,5%. Atualmente, o valor está fixado em R$ 1.621,00.

Saúde, instrução e programas sociais.
O saldo aponta para o cumprimento da ampliação do orçamento e da estruturação de programas sociais históricos. O Bolsa Família teve reajustes em seus valores para prometer o mínimo de R$ 600 por beneficiário, além de mais R$ 150 por petiz de até seis anos. Porquê resultado de políticas interministeriais, um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) indicou que o Brasil sairá novamente do Planta da Miséria em 2025.

Na saúde, o programa Farmácia Popular ampliou seu alcance para 27 milhões de pessoas, distribuindo 41 itens gratuitos, com um orçamento que passou de 2,6 bilhões de reais em 2023 para tapume de 6 bilhões de reais em 2026. Também foi retomado o Mais Médicos, que passou de 13.716 profissionais em 2022 para 27.329 em 2025.

Apesar dos avanços na espaço médica, a meta de varar filas no Sistema Único de Saúde (SUS) foi considerada somente parcialmente alcançada. O Ministério da Saúde registrou 14,9 milhões de cirurgias eletivas em 2025, mas admitiu que a fileira não foi totalmente eliminada.

No setor instrução, o repasse para sustento escolar passou de 4 bilhões de reais em 2023 para 6,8 bilhões de reais em 2026. A promessa de Internet orquestra larga em todas as escolas públicas não alcançou a universalização. Dados de abril de 2026 mostram que 72,9% das unidades possuem conectividade adequada, perante 45,4% registrados no início da gestão.

Gestão pública e estadual
O presidente cumpriu a promessa de recriar os ministérios da Previdência, Pesca e Cultura no primeiro dia de procuração, além de instituir o inédito Ministério dos Povos Indígenas.

Em relação às estatais, a pesquisa confirmou que Banco do Brasil, Correios e Petrobras não foram privatizados. No entanto, os Correios enfrentam uma grave crise financeira e passam por um projecto de reorganização para reduzir custos. Na Petrobras, o governo também encerrou em 2023 a política de Preço de Paridade de Importação (PPI), desvinculando os valores internos dos combustíveis das variações exclusivas do mercado internacional.

Promessas quebradas ou quebradas
A pesquisa destacou seis compromissos que não foram cumpridos nestes três anos e meio. A recriação do Ministério da Segurança Pública não ocorreu. O governo federalista condiciona a medida à aprovação da chamada PEC da Segurança, que divide responsabilidades entre a União e os estados, mas o texto está paralisado no Senado federalista.

No campo político, a promessa de não buscar a reeleição foi quebrada. O presidente já confirmou que será candidato ao quarto procuração em 2026, mantendo Geraldo Alckmin porquê vice.

A promessa de perfazer com o “orçamento secreto” foi recebida com manobras no Congresso. Embora o Supremo Tribunal Federalista (STF) tenha proibido o mecanismo no final de 2022, a distribuição de recursos com pouca transparência continuou a viver por meio de modificações nas comissões.

Na espaço da transparência do próprio Executivo, Lula havia prometido derrubar o sigilo de 100 anos da gestão de Jair Bolsonaro (PL). A Controladoria-Universal da União (CGU) divulgou segmento dos autos, mas o atual governo também passou a impor o mesmo proporção de sigilo a documentos recentes, que vão desde a agenda da primeira-dama até comunicações diplomáticas sobre processos judiciais.

Finalmente, propostas de novidade legislação trabalhista colidiram com o Legislativo. O término da graduação 6×1 foi confirmado na Câmara dos Deputados leste ano, mas não avançou no Senado, e o regulamento para emprego dos trabalhadores nem foi votado.

manadeira da materia

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