Período de 25 anos sem documentos é centro da disputa Richarlison x Flávio

A disputa envolvendo Richarlison e Willer Tomaz, amigo do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que por isso é sempre citado na polêmica, pela mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis (RJ), tem como ponto central um intervalo de 25 anos. Entre 1986 e 2011, não há mudança de posse do imóvel.
Richarlison comprou de quem alegava usucapião
A documentação apresentada por Richarlison faz parte de vários processos que tramitaram na Justiça do Rio envolvendo a propriedade e o direito de posse do imóvel. A discussão envolve uma linha do tempo sobre quem era o dono verdadeiro do local até Richarlison e Willer aparecerem na história.
No lado de Richarlison, os documentos começam em 2011, quando Maurício Figueiredo vende o imóvel para Celso de Souza Silva e Renato Pinto Cunha. A documentação enviada para a reportagem indica que Figueiredo estaria em processo de regularização de usucapião (quando alguém ganha a posse por tempo de uso e sem reivindicação dos antigos donos) da área, mas não há comprovação de que a União confirmou a posse.
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