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Dengue cai 75% no Brasil e país registra menor número de casos de malária em 50 anos

Dengue cai 75% no Brasil e país registra menor número de casos de malária em 50 anos

Dengue cai 75% no Brasil e país registra menor número de casos de malária em 50 anos

O Ministério da Saúde apresentou nesta terça-feira (14), durante a 18ª edição da Expoepi, em Brasília, um balanço que registra queda de 75% nos casos prováveis ​​de dengue no Brasil em 2026, em confrontação com o mesmo período do ano pretérito. O declínio, atribuído ao reforço da vigilância, testagem e utilização de tecnologias de controlo de vectores, segue os progressos no controlo epidemiológico de outras infecções no país, porquê a malária, que atingiu a sua taxa de incidência mais baixa desde 1979, e a doença de Chagas.

De janeiro a 11 de abril de 2026, o país registrou 227,5 milénio casos prováveis ​​de dengue, número subordinado aos 916,4 milénio registrados no mesmo período de 2025. A queda consolida uma tendência observada desde o ano anterior, que fechou com 1,7 milhão de casos, depois o pico histórico de 6,6 milhões de registros em 2024.

“Mesmo com esses avanços, a dengue ainda é a doença que mais nos desafia. Sabemos que há grande expectativa em relação à produção de vacinas e ao desenvolvimento de novas alternativas tecnológicas e seguimos trabalhando para ampliar cada vez mais as ferramentas de prevenção e controle”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Entre as medidas adotadas de forma coordenada entre governo federalista, estados e municípios, destacamos a expansão das ovitrampas, atualmente em 1.600 municípios, com meta de atingir 2.000 até o final de 2026, o uso de insetos estéreis irradiados e o método Wolbachia, direcionado a 72 municípios prioritários. Na extensão de imunização, desde 2024, mais de 1,4 milhão de doses da vacina contra dengue foram aplicadas em pessoas de 10 a 14 anos. Em 2026, três municípios piloto começaram a receber a vacina vernáculo de ração única do Instituto Butantan para a fita etária de 12 a 59 anos. Os profissionais de saúde também compõem o grupo de imunizados, com mais de 300 milénio doses administradas.

Malária tem o menor número de casos desde 1979
Os indicadores para 2025 mostraram uma queda universal de 15% nos casos de malária em confrontação com 2024, estabelecendo a marca mais baixa em quase 50 anos. A redução nos diagnósticos chegou a 30%, impulsionada principalmente pelos territórios indígenas. As mortes pela doença caíram 28%, passando de 54 para 39. Na Terreno Indígena Yanomami, especificamente, as infecções diminuíram 22% e as mortes, 80%.

A resposta epidemiológica envolveu intensificar a procura ativa, aumentar a disponibilidade de testes rápidos e ampliar o tratamento. Mais de 25 milénio pacientes receberam tafenoquina, medicamento cuja versão pediátrica foi lançada em 2026. Em reconhecimento ao cumprimento de critérios de qualidade em vigilância e controle, cinco municípios de Rondônia (Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste e Cujubim) receberam o selo bronze de Boas Práticas para eliminação da malária.

Monitoramento da doença de Chagas
Para controlar a doença de Chagas, o Ministério da Saúde anunciou um incentivo financeiro de R$ 11,7 milhões talhado a fortalecer a vigilância entomológica em 155 municípios espalhados por 17 estados brasileiros. O foco é estribar o monitoramento de vetores em áreas de maior risco.

O aproximação a testes e medicamentos para a doença cresceu mais de 130% entre 2023 e 2025. Ao mesmo tempo, a rede diagnóstica foi ampliada com a obtenção de 1,15 milhão de testes rápidos, volume seis vezes maior que o de 2022. Os municípios goianos de Anápolis e Goiânia receberam o selo bronze de boas práticas na eliminação da transmissão vertical da doença.

Metas até 2030 e o Programa Brasil Saudável
As ações fazem segmento do Programa Brasil Saudável, que atua em 25 estados, no Região Federalista e em 207 municípios prioritários com o objetivo de varar uma série de doenças porquê problemas de saúde pública até 2030. Os resultados recentes do programa incluem:

  • Certificações alcançadas: Eliminação da filariose linfática (2024) e da transmissão vertical do VIH (2025).
  • Avanços tecnológicos: Incorporação de duotestes (HIV e sífilis) e testes moleculares para tuberculose.
  • Novas medidas: Notificação compulsória de HTLV e hepatite B em gestantes e crianças, além da expansão da tafenoquina para 184 municípios e 16 Distritos Sanitários Especiais Indígenas.

Saúde na Escola
No contexto do programa Saúde na Escola, que em 2025 aplicou mais de 1,6 milhão de doses em ambientes de ensino, foi anunciado um orçamento de R$ 150 milhões para o ano de 2026. O numerário será talhado a estratégias de vacinação escolar e outras prioridades de imunização no Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização vernáculo acontecerá de 24 de abril a 30 de maio, com foco na atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes.

Sobre a Expoepi
Com o tema “Saúde e Mudanças Climáticas”, a 18ª Expoepi reúne em Brasília experiências do SUS, apresentações de pesquisas e práticas de vigilância adotadas nos territórios. A programação do evento, organizado entre os dias 13 e 17 de março, inclui ainda uma exposição técnica e educativa voltada à prevenção, diagnóstico e tratamento da doença de Chagas, ensejo à população e profissionais de saúde.

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