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Liberada, Tifanny comanda Osasco, que amassa Praia Clube e vence Supercopa

Jogadoras do Praia Clube comemoram em vitória sobre Osasco, na Supercopa feminina

Liberada, Tifanny comanda Osasco, que amassa Praia Clube e vence Supercopa

Do outro lado, Sabrina foi destaque do Praia Clube, anotando 17 pontos — a maior pontuadora da partida.

O Osasco havia conseguido inscrever todas as atletas para os torneios, mas a situação de Tifanny ficou pendente. A situação foi registrada no fim da tarde de ontem, como o UOL mostrou.

A decisão, no entanto, é provisória e vale apenas para Tifanny. “A presente decisão, de todo modo, não se pronuncia sobre a validade da Política [que vetou atletas trans], cujo exame fica reservado ao foro que se reputar competente”, diz o despacho do juiz Antonio Luiz da Fonseca Lucchese, da 44ª Vara Cível da Comarca da Capital.

Em agosto, a CBV anunciou que passaria a limitar as competições femininas a atletas do sexo biológico feminino. A regra prevê triagem genética do gene SRY e, segundo a entidade, vale para torneios nacionais como a Superliga e a Supercopa.

A defesa da atleta e do clube entrou com Mandado de Garantia no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), mas o pedido foi indeferido. Com isso, a disputa foi levada pela defesa à Justiça comum.

Entenda o impasse

A disputa judicial pela inscrição ocorre em meio a uma disputa sobre as regras da CBV para participação de atletas trans em competições femininas. No início do mês, Tifanny afirmou que tentava reverter o veto e que se sentia “humilhada” com a situação.

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