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Prenúncio de Trump ao Pix vira munição para Lula e sobrenome ‘Tariflávio’ domina redes sociais

Ameaça de Trump ao Pix vira munição para Lula e apelido ‘Tariflávio’ domina redes sociais

Prenúncio de Trump ao Pix vira munição para Lula e sobrenome ‘Tariflávio’ domina redes sociais

A proposta do governo dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% aos produtos brasileiros desencadeou uma intensa crise política e uma potente mobilização do dedo nesta terça-feira (2). Posteriormente a publicação de relatório dos EUA que aponta práticas comerciais desleais no Brasil e atinge diretamente o sistema Pix, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveram o termo “Tariflávio” na plataforma

Ofensiva americana e o objetivo no Pix
A medida dos EUA baseia-se na epílogo de uma investigação solene do Gabinete do Representante Mercantil dos Estados Unidos (USTR). O documento acusa o Brasil de adotar práticas consideradas descabidas em áreas porquê transacção do dedo, propriedade intelectual, tarifas preferenciais e meios de pagamento.

Embora o relatório do USTR não mencione o nome de Flávio Bolsonaro, o sistema Pix aparece no meio das justificativas dos EUA. Para o governo Donald Trump, a utensílio operada pelo Banco Meão do Brasil tem uma vantagem indevida sobre as empresas privadas de pagamentos nos Estados Unidos. Os americanos argumentam que o livre aproximação para indivíduos, o grande suporte bancário e a posição mediano do Pix nas aplicações financeiras prejudicam a concorrência norte-americana.

A prenúncio fiscal segue outras medidas recentes do governo Trump, porquê a classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) porquê grupos terroristas, e foi anunciada logo em seguida as agendas do clã Bolsonaro no país norte-americano.

Mobilização governamental na Internet
A associação entre a viagem do senador ao exterior e a proposta tarifária gerou milhares de publicações na internet sob o sobrenome de Tariflávio. A narrativa mediano adotada nas redes é a resguardo da soberania financeira do Brasil, acompanhada de expressões porquê “LA PIX É NOSSO”, “Bolsonaros inimigos do Brasil” e “Flávio Taxadinha”.

A base do governo federalista tenta contrastar o cenário atual com a reunião ocorrida no início de maio entre Lula e Trump, quando os partidos tinham estabelecido o prazo de um mês para negociar as tarifas anunciadas anteriormente. Segundo membros do Governo brasílio, a intenção agora é manter negociações com os EUA para evitar a imposição da taxa de 25%, ao mesmo tempo que aproveita politicamente o desgaste do senador do PL, indicado porquê o principal justador de Lula nas eleições de outubro.

Várias figuras políticas endossaram o movimento online. O ex-presidente da Embratur e ex-deputado Marcelo Freixo (PT) afirmou que o grupo político do senador atua contra o povo em obséquio dos interesses estrangeiros. “TARIFLÁVIO acabaria com o PIX para aprazer Trump, assim porquê prometeu entregar as terras raras. Mas nosso presidente é Lula e o PIX É NOSSO, e nunca deixará de ser assim”, publicado. Segundo Freixo, esta é a primeira vez que um candidato presidencial se mostra tão francamente em prol de uma região estrangeira.

O secretário pátrio de Notícia do PT, Éden Valadares, também falou no varanda Valadares escreveu que Lula foi aos Estados Unidos tutorar o Brasil, enquanto o fruto de Jair Bolsonaro teria ido tutorar a própria família e trair o país.

Na mesma risco, o ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT), acusou os filhos do ex-presidente de pedirem ajuda a Trump para sabotar o país, com o objetivo de libertar Jair Bolsonaro e vingar o que chamou de tentativa fracassada de golpe. O deputado federalista Carlos Zarattini (PL-SP) declarou que Tariflávio foi estimulado pela colaboração da família Bolsonaro nos EUA, destacando que a medida afeta a economia pátrio, os trabalhadores e os empregos dependentes das exportações, e não o presidente Lula.

Resguardo do senador e acusações contra Lula
Em meio à repercussão, Flávio Bolsonaro negou ter solicitado qualquer retaliação econômica ao Brasil. Durante agenda em Belo Horizonte, o senador afirmou em entrevista à rádio Itatiaia que pediu expressamente a Donald Trump perdão ao setor produtivo pátrio.

“(Eu pedi) ‘por obséquio, não taxam as empresas brasileiras’, mas hoje temos alguém sentado na cadeira presidencial que simplesmente conseguiu lucrar a suspeição do governo americano. Eles não confiam em Lula porque ele sai primeiro de lá pedindo para não combater facções criminosas”, declarou Flávio, atribuindo as sanções a uma suposta falta de credibilidade do atual governo federalista perante os Estados Unidos.

Clima tenso
A disputa ganhou tom mais sério em seguida exposição de Lula em evento na cidade de Catalão (GO), na mesma terça-feira. Criticando Flávio Bolsonaro por supostamente encorajar o governo Trump a utilizar sanções, o presidente comparou a situação aos acontecimentos da Inconfidência Mineira.

“São traidores. Por menos que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou Tiradentes, foi enforcado. O que merecem os traidores do país, que vão pedir a mediação de um país no nosso país? Pensem, pensem, meditem”, afirmou. Lula falou. O presidente cometeu um erro histórico na certeza, já que o vítima enforcado foi Tiradentes, e não o denunciante Silvério dos Reis.

A equipe de pré-campanha de Flávio Bolsonaro informou que pretende reagir à fala do director do Executivo por meio de discursos e, possivelmente, acionando medidas judiciais. Aliados do senador qualificaram a enunciação de Lula porquê grave, considerando que as palavras incitam atos de violência contra o pré-candidato. Nos bastidores do PL, o incidente foi imediatamente associado ao ataque com faca sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018 em Juiz de Fora (MG), perpetrado por um atacante com histórico de militância de esquerda.

manadeira da materia

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