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Questão: 60% dos Espíritos Santos avaliam o governo de Renato Casagrande porquê positivo

Questão: 60% dos Espíritos Santos avaliam o governo de Renato Casagrande como positivo

Questão: 60% dos Espíritos Santos avaliam o governo de Renato Casagrande porquê positivo

A corrida eleitoral para as eleições de 2026 no Espírito Santo começa com um cenário de empate técnico na preferência presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de um tá índice de avaliação positiva da gestão do ex-presidente Renato Casagrande (PSB). A pesquisa, realizada pelo instituto Quaest entre os dias 25 e 28 de abril em nome da Rede Jornal, entrevistou 804 eleitores capixabas para definir suas intenções de voto para a presidência e o governo do estado, medindo também o nível de conhecimento, repudiação de possíveis candidatos e identificação ideológica no Estado.

Balanço do governo Casagrande
A gestão de Renato Casagrande (PSB), que renunciou ao incumbência no início de abril para concorrer ao Senado, é avaliada positivamente por 60% dos eleitores (uma combinação de óptimo e bom). Outros 28% consideram regulamentar a gestão e 7% têm uma percepção negativa (ruim e péssima). A taxa de eleitores que não sabem ou não responderam é de 5%. Com a saída de Casagrande, o vice-presidente Ricardo Ferraço (MDB) assumiu o comando do Executivo e é um dos pré-candidatos ao governo.

O índice universal de aprovação do governo Casagrande chega a 77%, enquanto a desaprovação é de 18%. O melhor desempenho da gestão está entre as mulheres (80%), entre os eleitores com ensino superior (87%) e na fita de renda de até dois salários mínimos (79%). Em todos os estratos analisados ​​pela pesquisa, a aprovação ficou supra de 73%.

Disputa pelo Palácio Anchieta
Ao indagar o potencial de votação para o governo capixaba, foram apresentados aos eleitores cinco nomes. A pesquisa segmentou os dados por renda, fita etária, escolaridade e gênero:

  • Renda superior a R$ 8.100 (mais de cinco salários): O ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) tem potencial de voto de 50%, seguido por Ricardo Ferraço, com 49%.
  • Renda de dois a cinco salários: O ex-governador Paulo Hartung (PSD) lidera com 42%, seguido por Magno Súcia (PL) com 34%, Ferraço (33%) e Pazolini (29%), os três últimos em empate técnico.
  • Renda até dois salários (R$ 3.242): Paulo Hartung tem o maior potencial de votação, com 47%. É também neste grupo que o deputado federalista Helder Salomão (PT) apresenta o maior nível de ignorância: 62% dizem não o saber.

Em termos de género, Hartung concentra a preferência dos eleitores do sexo feminino, enquanto os restantes possíveis candidatos são a principal opção entre os homens. Em termos de fita etária, Hartung e Ferraço lideram entre os eleitores com 60 anos ou mais (46% cada). Entre os jovens de 16 a 34 anos, a preferência se divide entre Hartung (30%), Magno Súcia (29%) e Pazolini (28%). Entre os que possuem ensino superior, Pazolini (52%), Ferraço (51%) e Hartung (50%) apresentam empate técnico.

taxa de repudiação
A pesquisa mediu a repudiação de potenciais candidatos, sem cortes de renda. O senador Magno Súcia lidera o índice de eleitores que afirmam que não votariam nele:

Magno Súcia (PL): 46%
Paulo Hartung (PSD): 36%
Hélder Salomão (PT): 33%
Ricardo Ferraço (MDB): 31%
Lorenzo Pazolini (republicanos): 23%
Nota: Hartung, Salomão e Ferraço estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Polarização na corrida presidencial
A disputa pela Presidência da República no Estado reflete a polarização vernáculo. No cenário principal estimulado, há empate técnico:

Flávio Bolsonaro (PL): 33%
Lula (PT): 29%
Romeu Zema (Novo): 4%
Ciro Gomes (PSDB): 3%
Ronaldo Derrubado (PSD): 2%
Augusto Cury (Avante): 1%
Renán Santos (Missão): 1%
Samara Martins (UP): 1%

Os candidatos Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB) e Aldo Rebelo (DC) foram citados, mas registraram 0%. Os votos em branco e inválidos somam 11% e os votos indecisos (não sei/não respondeu) somam 15%.

Cenário II (sem Ciro Gomes):
Flávio Bolsonaro oscila em 35% e Lula em 31%. Zema registra 3%; Renán Santos, 2%; e Cury, Caiado e Samara ficam com 1% cada. O resto não marcou. Os indecisos chegam a 16%, enquanto os votos em branco, nulos ou abstenções representam 10%.

Simulação de segunda volta:
Num provável confronto direto, Flávio Bolsonaro lidera com 44% das intenções de voto diante de 35% de Lula. Os eleitores indecisos representam 8%, e os eleitores que votariam em branco, seriam inválidos ou não compareceriam, 13%.

Identificação ideológica do eleitorado.
A investigação identificou que 30% dos habitantes do Espírito Santo se declaram independentes. Ao agrupar os espectros políticos, os eleitores que se identificam com a direita representam a maioria no Estado, totalizando 40% (24% “direita não bolsonarista” e 16% “bolsonaristas”).

O campo da esquerda reúne 25% do eleitorado (14% “lulistas” e 11% “esquerda não lulista”). Apesar dos posicionamentos declarados, o estudo indica que a maioria dos entrevistados ainda não sabe identificar quais candidatos locais têm o escora formal de Lula, Bolsonaro ou Renato Casagrande.

Metodologia
A pesquisa Quaest, contratada pela A Jornal, realizou 804 entrevistas por amostragem pessoal entre os dias 25 e 28 de abril, respeitando proporções de idade, sexo, raça/cor, escolaridade e atividade econômica. O nível de crédito é de 95%, com margem de erro de mais ou menos três pontos percentuais. A investigação está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) sob o protocolo ES-03176/2026.

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