Carregando agora

Moraes rejeita emprego da novidade lei de dosimetria para reduzir pena de Débora do Batom

Moraes rejeita aplicação da nova lei de dosimetria para reduzir pena de Débora do Batom

Moraes rejeita emprego da novidade lei de dosimetria para reduzir pena de Débora do Batom

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), negou nesta segunda-feira (4) pedido para que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida porquê Débora do Batom, seja imediatamente beneficiada pelo Projeto de Lei da Dosimetria (PL).

Na semana passada, o Congresso derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto, que beneficia os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Na sexta-feira (1º), um dia depois a votação, a resguardo de Débora pediu ao Supremo a redução da pena, antes mesmo da promulgação do PL.

De combinação com a Constituição, o projeto deverá ser enviado para promulgação pelo Presidente da República no prazo de 48 horas. Caso isso não aconteça, a tarefa caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Violação
Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participar dos acontecimentos e pintar com batom a frase “Perdeu, mané” na estátua da Justiça, localizada em frente ao prédio-sede do Supremo Tribunal Federalista.

Atualmente, ele cumpre pena em vivenda por ter filhos menores.

Segundo os advogados, Débora já cumpriu três anos de prisão e pode proceder para prisão semiaberta.

Decisão
Na decisão, Moraes considerou o pedido da resguardo prejudicado porque o PL da Dosimetria ainda não foi promulgado pela Presidência da República ou pelo Congresso.

“O Congresso Vernáculo, em sessão realizada em 30/04/2026, anulou o veto da Presidência da República (VET 3/2026), ressalvados os dispositivos não cumpridos, sobre o chamado PL de Dosimetria (PL 2.162/2023), sem até o momento a promulgação ou publicação do diploma normativo, nem a publicação do diploma normativo, que, portanto, não está em vigor.”justificou o ministro.

Desde março do ano pretérito, Débora está em prisão domiciliar em Paulínia (SP), onde mora.

Ela é monitorada por tornozeleira eletrônica e não pode usar redes sociais nem ter contato com outras pessoas sob investigação. Em caso de descumprimento, ele deverá retornar à prisão.

nascente da materia

Share this content:

Publicar comentário