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Gripe diminui no ES, mas governo alerta para urgência de vacina antes do inverno

Gripe diminui no ES, mas governo alerta para urgência de vacina antes do inverno

Gripe diminui no ES, mas governo alerta para urgência de vacina antes do inverno

O Governo do Brasil emitiu um alerta sobre a premência de intensificar a vacinação contra a gripe antes da chegada do inverno, período de maior transmissão da doença. A mobilização ocorre devido à circulação antecipada do vírus influenza no país neste ano, que já resultou em 5,5 milénio casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 352 mortes até 18 de abril. No Espírito Santo e em outros cinco estados, os registros dão sinais de estabilização, mas a imunização gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS) continua sendo a principal forma de prevenção para evitar complicações, principalmente em grupos de risco.

Cenário no Espírito Santo e no Brasil
Segundo o levantamento do governo, o Espírito Santo faz secção do grupo de unidades da federação onde os casos de gripe já apresentam desaceleração, indicando queda ou interrupção do prolongamento e sinalizando uma provável estabilização da circulação viral. Esse mesmo cenário é observado em Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Tocantins e Região Federalista. Por outro lado, outras 17 unidades federativas mantiveram tendência de aumento de infecções nas últimas semanas.

Apesar da circulação antecipada do vírus e das 352 mortes já confirmadas em 2026, a expectativa das autoridades sanitárias é que o pico da doença neste ano permaneça aquém do ritmo observado no mesmo período de 2025.

Campanha vernáculo e eficiência
Iniciada no dia 28 de março nas regiões Nordeste, Meio-Oeste, Sul e Sudeste, a Campanha Vernáculo de Vacinação contra a Gripe vai até 30 de maio. Na Região Setentrião, a imunização ocorrerá no segundo semestre, respeitando a sazonalidade climática sítio.

Até o momento, mais de 17 milhões de doses foram distribuídas em todo o país. Desse valor, 11,6 milhões já foram aplicados, com foco em crianças, idosos e gestantes, pessoas mais vulneráveis ​​ao agravamento do quadro respiratório. Para ampliar o alcance da campanha, substanciar a crédito nos canais oficiais e estimular a adesão, o governo tem enviado mensagens institucionais por meio de aplicativos de notícia.

A vacinação anual é necessária porque o vírus da gripe sofre mutações frequentes, introduzindo novas estirpes em cada estação. Consequentemente, a formação das vacinas é atualizada a cada campanha do Ministério da Saúde. Segundo estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as vacinas atuais reduzem as hospitalizações com eficiência de 30% a 40% entre adultos e até 75% em crianças. A vacina poderá ser administrada simultaneamente com outras doses do Calendário Vernáculo, incluindo a Covid-19.

Proteção estendida contra VSR e bronquiolite
Além do combate à gripe, o SUS oferece estratégias focadas na proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causante da bronquiolite em bebês. A vacina contra o VSR está disponível para gestantes a partir da 28ª semana de prenhez, visando transferir proteção para a gaiato nos primeiros meses de vida.

Uma vez que medida complementar, o Ministério da Saúde incorporou o nirsevimabe ao SUS em fevereiro. Ao contrário de uma vacina tradicional, é um anticorpo monoclonal que atua imediatamente posteriormente a emprego, sem premência de estimular uma resposta imunitária ao longo do tempo.

Levante resultado é indicado especificamente para recém-nascidos prematuros e crianças até 23 meses de idade que apresentem pelo menos uma das seguintes condições clínicas: cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular ou anomalias congênitas das vias aéreas. A inclusão do nirsevimabe visa prevenir casos graves de bronquiolite no sistema público.

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