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Sessão de filmes de Halloween em família: como escolher pela classificação

Abóboras esculpidas iluminadas por velas num ambiente escuro

Sessão de filmes de Halloween em família: como escolher pela classificação

Uma noite de filmes temáticos pode ser divertida para todos, desde que os títulos respeitem a idade de cada um. Confira as dicas.

O Halloween é uma ótima oportunidade para reunir a família em frente à TV para uma sessão de filmes temáticos. Abóboras, bruxas, monstros e fantasmas fazem parte do clima da data. Mas, quando há crianças em casa, é importante escolher títulos adequados para cada idade. A classificação indicativa é a principal ferramenta para isso. Veja como montar uma sessão divertida e segura para todos.

A classificação indicativa como guia

A classificação indicativa é mantida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e informa a faixa etária para a qual um conteúdo é recomendado. Ela considera critérios como violência, sexo, drogas e outros temas sensíveis.

As faixas utilizadas no Brasil são:

  • L: livre para todos os públicos;
  • 6 anos: faixa incluída na edição de 2025 do Guia Prático de Classificação Indicativa;
  • 10 anos;
  • 12 anos;
  • 14 anos;
  • 16 anos;
  • 18 anos.

A classificação aparece nas plataformas de streaming, nas emissoras de TV, nos cinemas e nas embalagens. Ela não é uma proibição, mas uma orientação para que pais e responsáveis decidam com informação.

Medo é diferente para cada um

Mesmo dentro da faixa indicada, cada criança reage de forma diferente a cenas de suspense ou susto. Alguns pequenos adoram histórias de monstros; outros ficam assustados facilmente. Por isso, além da classificação, considere:

  • a sensibilidade e a maturidade de cada criança;
  • experiências anteriores com filmes de suspense;
  • o horário da sessão, já que filmes assustadores perto da hora de dormir podem atrapalhar o sono.

Como escolher os filmes

Pesquise antes

Leia a sinopse, assista ao trailer e verifique a classificação indicativa e os motivos informados, como “medo” ou “violência”. Muitas plataformas exibem essas informações na página do título.

Prefira o humor para os menores

Para crianças pequenas, animações e comédias com temática de Halloween, que tratam bruxas e monstros de forma divertida, costumam ser as melhores opções.

Aumente o suspense aos poucos

Para crianças maiores e pré-adolescentes, filmes de aventura com mistério e um pouco de suspense podem ser uma boa escolha, sempre respeitando a classificação.

Separe sessões, se necessário

Se houver crianças e adolescentes de idades muito diferentes, uma ideia é fazer duas sessões: uma mais cedo, com filmes para todos, e outra mais tarde, para os maiores.

Use os recursos da TV e do streaming

  • perfis infantis: muitas plataformas oferecem perfis com conteúdo limitado por idade;
  • controle parental: permite bloquear títulos acima de determinada classificação com senha;
  • bloqueio na TV: alguns aparelhos permitem restringir programas da TV aberta e por assinatura por classificação.

Monte o clima

  • decoração: abóboras, lanternas, teias de aranha de enfeite e luzes alaranjadas;
  • fantasias: convide todos a assistir fantasiados;
  • cantinho aconchegante: almofadas, cobertores e luz baixa;
  • cardápio temático: pipoca, frutas cortadas em formatos divertidos e lanches decorados.

Converse depois do filme

Depois da sessão, converse com as crianças sobre o que assistiram. Pergunte do que mais gostaram e se alguma cena causou medo. Explicar que os monstros e efeitos são criados pelo cinema ajuda a tranquilizar os menores.

Inclua o folclore brasileiro

O dia 31 de outubro também é lembrado como Dia do Saci. Que tal incluir na programação produções que tragam personagens do folclore brasileiro? É uma forma de unir diversão e cultura.

Diversão para todos

Com a classificação indicativa como guia, atenção à sensibilidade de cada criança e um pouco de criatividade na decoração, a sessão de filmes de Halloween pode se tornar uma tradição divertida para toda a família.

Fontes: Ministério da Justiça e Segurança Pública, Guia Prático de Classificação Indicativa (edição 2025).

Imagem de capa: Konstantin Mishchenko / Pexels (Licença Pexels)

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Daniel Robles é estrategista digital e responsável pelo Blog Padrão. Instagram: @danielroblesoficial. Site oficial: danielrobles.com.br.

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