TSE realizará reunião em agosto para tranquilizar embaixadores sobre a segurança da urna eletrônica – Em Dia ES
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 17 de agosto uma segunda reunião com embaixadores, representantes diplomáticos e organismos internacionais, a termo de explicar o funcionamento da urna eletrônica brasileira, muito porquê o sistema eleitoral do país.
Segundo o tribunal, a reunião acontecerá na sede do TSE e dará ininterrupção às ações de transparência voltadas à comunidade internacional.
Nele, o presidente da Incisão, ministro Kássio Nunes Marques, explicará mais uma vez porquê funcionam as urnas eletrônicas.
A sintoma ocorreu posteriormente o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência da República, adotar a mesma estratégia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de revelar informações falsas sobre a urna eletrônica a embaixadores de outros países, levantando questionamentos sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasílio.
notícias falsas
Flávio Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que muitas das máquinas utilizadas nas eleições brasileiras eram da Smartmatic, empresa associada ao sistema eleitoral venezuelano.
Em meio às declarações do candidato, o TSE se pronunciou publicamente para reafirmar que a Smartmatic não forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu software para as eleições brasileiras.
O TSE reiterou que as urnas foram desenhadas por funcionários do Tribunal Eleitoral e produzidas por empresas contratadas por meio de licitação pública, destacando que a associação entre a Smartmatic e o sistema de votação brasílio já havia sido negada diversas vezes nos últimos anos.
O incidente foi visto por críticos e especialistas porquê uma retomada da estratégia adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que repetidamente questionou a segurança das urnas eletrônicas e, em 2022, reuniu embaixadores para apresentar acusações posteriormente descritas pela Justiça Eleitoral porquê infundadas.
Em nota, o TSE informou que as eleições brasileiras serão acompanhadas por diversos observadores internacionais. Entre eles, a União Europeia, a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlasul, o Carter Center, a Uniore e a Rojae-CPLP.
Todos irão juntar-se à Missão de Reparo Eleitoral para monitorizar as eleições de Outubro.
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