Vasco subestima Boca e falha como um novato no grande palco
Pilhado e desconcentrado, o Vasco permitiu um gol de Di Lollo aos 3min em escanteio. O nervosismo se estendia do campo para a arquibancada. Havia canto, mas o otimismo se esvaia.
O nervosismo provocava uma série de erros de passes e na hora de decidir, como quando Adson e Bruno Duarte trombaram na frente do gol. Atlletas fundamentais como Sosa e Lescano não repetiam atuações anteriores.
Enquanto isso, o Boca era a equipe madura em campo. Recuperava bolas e saia em contra-ataques. Foi assim que Merentiel apareceu na frente do gol para bater Léo Jardim e fazer o segundo. O time argentino, dado como morto por muitos após a derrota em casa, estava em vantagem.
As trocas do técnico Pedro Emanuel deram certo para o segundo tempo com Marino, Brenner e Puma. O Vasco conseguiu encurralar o Boca mesmo depois da entrada do líder argentino Paredes.
A jogada pela esquerda sobrou para Puma descontar com belo chute. Houve pressão e podia ter saído o segundo gol, o da classificação.
Mas o Boca esfriou o jogo usando sua maturidade e parecia agora conduzir para os pênaltis. Até que Paredes acertou um chute de longe de efeito que Léo Jardim aceitou de uma meio inexplicável.
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