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Na Índia, Lula debate IA, articula expansão mercantil e alianças para o SUS

Na Índia, Lula debate IA, articula expansão comercial e alianças para o SUS

Na Índia, Lula debate IA, articula expansão mercantil e alianças para o SUS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quinta-feira (19), em Novidade Delhi, na Índia, a geração de uma governança global e multilateral para perceptibilidade sintético (IA), alertando que o controle da tecnologia por algumas empresas representa um risco para as democracias e os processos eleitorais. Durante a Cúpula sobre o Impacto da Perceptibilidade Sintético, em seu primeiro compromisso solene no país asiático, o presidente brasílio combinou debates tecnológicos com uma ampla agenda econômica, que inclui a meta de atingir 20 bilhões de dólares em negócio bilateral com os indianos até 2030, acordos para produção de medicamentos e reuniões paralelas sobre geopolítica.

Governança da IA ​​e o alerta sobre a dominação
Em seu oração no Plenário da cúpula, Lula destacou a dupla natureza das inovações tecnológicas e a urgência de colocar o ser humano no meio das decisões. Ele traçou paralelos com o desenvolvimento da aviação e da pujança nuclear e destacou que a IA pode multiplicar o bem-estar e encorajar práticas prejudiciais, porquê a desinformação, as armas autónomas e o oração de ódio.

“Toda inovação tecnológica de tá impacto tem duplo caráter e levanta questões éticas e políticas. Conteúdos falsos manipulados por perceptibilidade sintético distorcem processos eleitorais e colocam em risco a democracia”, disse o presidente.

O presidente criticou duramente a concentração de infra-estruturas digitais e de capital em algumas nações e conglomerados empresariais. “Quando poucos controlam algoritmos e infraestruturas digitais, não estamos falando de inovação, mas sim de dominação. A regulação das chamadas Big Techs está ligada ao imperativo de salvaguarda dos direitos humanos na esfera do dedo”, Lula destacou ainda que o atual padrão de negócios dessas corporações depende da exploração de dados pessoais e da radicalização política.

Para enfrentar o cenário, o presidente citou o Projecto Brasílico de Perceptibilidade Sintético, lançado em 2025, e a procura do país em atrair investimentos em data centers sob seu próprio marco regulatório.

O Processo Bletchley e a presença inédita do Brasil
O evento na capital indiana, que começou na última segunda-feira (16), marca a quarta reunião do “Processo Bletchley”, uma série de reuniões intergovernamentais focadas em segurança e colaboração global em IA. O volta começou no Reino Uno (novembro de 2023), passando por Seul (maio de 2024) e Paris (fevereiro de 2025). É a primeira vez que um presidente brasílio participa de um evento global de tá nível sobre o tema.

Na sexta-feira (20), o governo brasílio realizará um evento paralelo denominado “IA para o muito de todos”, com a presença de ministros de Estado das pastas de Ciência, Tecnologia e Informação, Gestão e Inovação, Instrução, Saúde e Comunicações.

Expansão mercantil e os 5 pilares com a Índia
A atual viagem é a quinta de Lula à Índia e corresponde à visitante de Estado do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil, em julho de 2025. O dinamismo poupado entre as nações, que albergam populações e PIB significativos (a Índia tem 1,4 milénio milhões de habitantes e um PIB de 4,2 biliões de dólares), é a força motriz das relações bilaterais.

Em 2025, a Índia consolidar-se-á porquê o quinto parceiro mercantil do Brasil. O fluxo mercantil atingiu o recorde de US$ 15 bilhões (um desenvolvimento de 25,5% em relação a 2024), com exportações brasileiras em torno de US$ 6,9 bilhões e importações de US$ 8,4 bilhões. O objectivo de ambos os governos é aumentar oriente montante para 20 milénio milhões de dólares até 2030, impulsionado pelas negociações para expandir o Conformidade Mercantil Preferencial Mercosul-Índia.

Os líderes são guiados por cinco pilares prioritários para a próxima dezena:

  • Sossego, resguardo e segurança;
  • Transição energética e justiça climática;
  • Segurança cevar/nutricional e negócio agrícola;
  • Transformação do dedo e ciência e tecnologia;
  • Associações industriais em setores estratégicos.

A agenda também prevê a extensão da validade dos vistos de negócios e de turismo entre países de cinco para dez anos, parcerias em minerais críticos e colaborações entre a Embraer e a indiana Adani Defence & Aerospace. Lula também inaugurará o escritório da ApexBrasil na Índia, promovendo um fórum com mais de 300 empresários brasileiros.

Saúde do dedo, SUS e produção de medicamentos
Integrando a comitiva presidencial, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reuniu-se, nesta quarta-feira (18), com os ministros da Saúde da Índia, Jagat Prakash Nadda, e da Medicina Tradicional, Prataprao Jadhav. As negociações centraram-se no fortalecimento da cooperação Sul-Sul.

Padilha convidou o governo indiano a aderir à “Coalizão Global pela Produção Sítio e Regional”, projeto surgido durante a presidência brasileira do G20. A bolsa prevê o desenvolvimento de medicamentos oncológicos, produtos para doenças tropicais e a emprego de perceptibilidade sintético na modernização dos sistemas públicos. Outro progressão discutido foi a geração de uma livraria do dedo unificada de medicina tradicional, catalogando evidências científicas sobre Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (PICS).

Conformidade Mercosul-UE e próxima paragem na Coreia do Sul
À margem da cimeira da IA, o presidente Lula reuniu-se com o primeiro-ministro croata, Andrej Plenković. Os líderes discutiram a premência de fortalecer o multilateralismo e a ONU, além de manifestarem a expectativa de que o Conformidade Mercosul-União Europeia entre em vigor o mais rápido provável.

A missão diplomática asiática não termina em Novidade Deli. No sábado (21), Lula secção para Seul, na Coreia do Sul. Entre 22 e 24 de fevereiro, ele se reunirá com o presidente Lee Jae Myung para assinar o Projecto de Ação Trienal 2026-2029. A expectativa é gabar o relacionamento ao patamar de parceria estratégica e ampliar o negócio bilateral, que atingiu US$ 10,8 bilhões em 2025.

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