Carregando agora

Flávio faz apelo à OAB para visitar novamente Bolsonaro, mas campanha já espera que Moraes recuse – Em Dia ES

Flávio faz apelo à OAB para visitar novamente Bolsonaro, mas campanha já espera que Moraes recuse – Em Dia ES

Flávio faz apelo à OAB para visitar novamente Bolsonaro, mas campanha já espera que Moraes recuse – Em Dia ES

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República acionou o Ministério Público Pátrio de Resguardo das Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para tentar volver a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), que proibiu o senador de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pelos próximos 90 dias. A restrição, imposta na última segunda-feira (13 de julho de 2026), afeta diretamente a pronunciação política do candidato a poucos meses das eleições, transformando a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro na principal ponte com o ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar. O novo cenário divide o partido entre aqueles que veem uma oportunidade de capitalizar politicamente o oração de vitimização e aqueles que temem a desmobilização do eleitorado de direita na disputa contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Recurso para a Ordem dos Advogados e repartição no Supremo Tribunal
A decisão de Alexandre de Moraes baseou-se no entendimento de que Flávio Bolsonaro descumpriu medida cautelar que proíbe o ex-presidente de usar redes sociais, diretamente ou por meio de terceiros. A violação teria ocorrido no termo de semana anterior, quando o senador exibiu e leu uma epístola manuscrita de Jair Bolsonaro durante uma transmissão ao vivo pela internet, na qual seu pai o colocava uma vez que seu único porta-voz e pedia unidade à direita.

Uma vez que Flávio está envolvido na resguardo do ex-presidente desde março, a equipe do presidenciável solicitou a mediação da OAB no caso. Em epístola a Moraes, a Ordem solicitou que “É garantida a possibilidade de notícia pessoal e reservada entre o jurisconsulto e o seu constituinte para fins estritamente profissionais.” Segmento da campanha admite pessimismo sobre o protecção do recurso de Moraes ou da Primeira Câmara do STF (também formada por Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia), mas decidiu seguir em frente com o pedido para testar o clima no tribunal.

A questão gerou divergências internas no STF. Um ministro criticou privadamente a proibição, afirmando que se tratava de um mau gesto público e de interferência nas eleições, comparando o caso ao do Presidente Lula, que durante a sua prisão em 2018 manteve o recta de ortografar e publicar cartas. Os auxiliares dos ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça também consideraram a medida extrema, lembrando que a Lei de Realização Penal garante o contato por correspondência escrita. Por outro lado, um juiz desempenado a Moraes apoiou o relator e qualificou a epístola da OAB de “boba”, argumentando que as visitas do senador têm caráter de sucessão política, e não de ação judicial.

Estratégia narrativa e pânico da continência eleitoral
A proibição vale até depois do primeiro vez das eleições presidenciais, marcada para 4 de outubro. Antes de trespassar, setores do PL discordam sobre o impacto nas pesquisas. O presidente vernáculo do partido, Valdemar Costa Neto (que também está proibido de se transmitir com Jair Bolsonaro devido às investigações sobre a trama golpista), avalia favoravelmente a medida para a imagem do candidato. “Isso só vai fazer o Flávio subir ainda mais nas pesquisas, porque aos olhos dos eleitores ninguém gosta quando um fruto é proibido de visitar o pai”, declarou Valdemar.

Durante a transmissão ao vivo desta segunda-feira, o próprio Flávio adotou um tom de confronto, afirmando que Moraes tenta interferir nas eleições e repor o pai à prisão. “Quem tem caneta não pode deliberar em vez de quem tem voto”, disse o senador.

Porém, essa percepção otimista vai contra dados recentes que preocupam os estrategistas do PL. Aliados apontam que a tentativa da campanha de apresentar um Flávio Bolsonaro mais moderado está gerando desencanto no eleitorado radicalizado, nostálgico pelo perfil de Jair Bolsonaro. Estudo da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (15) aponta reversão do cenário em um provável segundo vez: em abril, Flávio liderava com 42% diante de 40% de Lula; Agora, o PT aparece com 45%, enquanto o senador caiu para 37%.

No envolvente do dedo o prostração também é notável. Dados do DSC Lab mostram que Flávio fechou junho com queda no Índice Brasílico de Impacto Do dedo, enquanto Lula avançou, cortando a diferença entre os dois quase pela metade. Existe um receio real de que a falta de compromisso enamorado, outrora desencadeada pelo patriarca, resulte em elevadas taxas de continência entre os eleitores de direita, o que poderia prometer a Lula uma vitória por ampla margem.

Protagonismo da ex-primeira-dama em meio à crise familiar
A impossibilidade de diálogo direto entre Flávio e seu pai agrava o duelo de definir plataformas estatais e unir líderes conservadores, transformando a dinâmica de poder dentro do clã Bolsonaro. Com o senador, o deputado destituído Eduardo Bolsonaro e Valdemar Costa Neto isolados do ex-presidente por ordem judicial, Michelle Bolsonaro ressurge uma vez que a “interlocutora privilegiada”.

A ex-primeira-dama havia deixado a presidência do PL Mulher sob a justificativa de cuidar em tempo integral do marido e da filha do parelha. A novidade situação ocorre em meio a uma ruptura familiar, evidenciada recentemente por um vídeo de 27 minutos em que Michelle acusa Flávio de maltratá-la e esfaqueá-la pelas costas. Ela afirmou nos bastidores que não tem intenção de se envolver na campanha do enteado.

Embora outras crianças, uma vez que Carlos Bolsonaro e Jair Renan, tenham permissão para visitar o país, ambas estão focadas em suas próprias campanhas por Santa Catarina e não desempenham papel de destaque na coordenação vernáculo. Com isso, os militantes do partido admitem não saber se Michelle fará a ponte necessária entre as demandas políticas de Flávio e do ex-presidente ou se usará o chegada restrito para fortalecer sua própria posição na atual disputa familiar.

nascente da materia

Share this content:

Publicar comentário